quarta-feira, 30 de junho de 2010

A menina e o Monstro.

Ela usa vestido rodado, tem cabelos claros e ondulados. Parece tão diferente das outras meninas; talvez até seja, mas o humor dela é rapidamente mutável.
Há quem diga que ela é insuportável, chata, mas, outros, que ela é meiga e amável. Há pessoas que só a criticam, de maneira negativa, claro, que por vezes, rouba o sorriso dela. Esses ela já julgou como 'amigos', mas, ela está revendo se esta é a palavra certa...
Talvez sim, talvez não. Ás vezes ela não sabe e não quer ouvir.

Acredito sim que ela seja uma pessoa boa e madura; que ela se comporte assim para que os outros não descubram quem ela realmente é. Porque se isso ocorresse, seria péssimo. 


Ela já sonhou demais, chegou onde muitas pessoas de sua idade não chegaram, mas, muitas vezes em lugares que não gostaria de estar. O que ela não quer, consegue, mas, o que ela quer, é quase impossível.
O 'quase' dá a ela esperança de tentar, de lutar, não desistir...


Seria melhor pra ela, enquanto é Inverno, dormir, acordar apenas na Primavera. Três meses pensando e repensando... Porque no Outono ela erra demais. Ela já jurou amar esse Outono, mas, agora não é mais assim; ela deveria se calar no Outono.


A menina se enganou quando disse gostar de tempos frios. Ela esquece como o sol aquece.
Em estações assim ela permanece fria, se enche de sentimentos pra se manter aquecida...


... mesmo sabendo que pode ser ilusão.







sábado, 26 de junho de 2010

Valens Reveries ?

Era noite, não uma noite qualquer, mas uma de Outono. Valentine ainda estava atormentada com sua vida passada, a qual fizera questão de mudá-la por completo.
Apagou pessoas, queimou as cartas. Sumiu com cada vestígio existente, qualquer coisa que fizera lembrar de seu amor. Ah, claro, sempre o amor!
Não, eu não gosto do amor, mas, tenho que terminar esta história...
Valentine, não era uma dessa mulheres fracas, assim como seu nome, era forte, mas, a sua 'criptonita' ou, melhor sua 'verbena' apareceu...
Sim, eu me lembro bem, era Outono, numa aconchegante tarde, as folhas varriam o chão e encobriam a paisagem num tom amarelo-dourado.... o  vento soprava... 


Estávamos no quintal, e ele, Henry, apareceu, como sempre, mas, desta vez, havia algo nele. Ah, como esquecer; juras de amor, com rosas em suas mãos...


Não, não eram pra mim, eram para a Valentine, não, não eram para a Valerie, como já foi uma vez...


Oh, ele veio, citou-as, e sim, eram tão reais, era amor.... Deixei escapar uma lágrima e saí correndo.


Mais tarde, Valen veio e disse que iria sair com Henry.... foi assim por meses.... três anos.


Eu não presenciei esse amor, arrumei logo as malas, eu não tinha raiva ou ódio de ninguém, até porque nunca fui boa com relacionamentos, aceitei bem, mas, o mundo deu suas voltas.


Ah, não queria já acabar com a história, mas, já me cansei, vou terminá-la. Valentina teve um surto de ciúmes, brigou com Henry, ele foi embora, ela chorou, chorou... eu me casei...
Henry, viveu sua vida, mas Valen, não, ela pirou. Dai vocês já podem imaginar.



E, bom, a história não foi assim, estou com sono, ninguém fez café hoje, então, vou dormir. Depois eu prometo que conto.






sexta-feira, 25 de junho de 2010

so real?

Alguma vez você já sentiu tão feliz, que depois achou que seria impossível se sentir assim novamente?

Ultimamente parece que se precisa de algo  a mais, que talvez seja encontrado no supermercado, na padaria ou, em alguma loja de roupas, calçados...
Mas, não, esse 'algo a mais' que falta, não é em sua dispensa ou em seu guarda-roupas; é em você, apenas. 
Talvez você não saiba como encontrar, mas, é preciso consertar algo em ti, fazer o que ainda não fez e esquecer  que você precisa de algo; por mais que precise!


É difícil, mas, um dia, pelo menos, você já foi feliz, só basta se lembrar quando foi, como foi.... basta repetir a dose.


Vale pegar o carro ou a bicicleta e esquecer de tudo, ir pra um lugar bem longe, tirar os sapatos dos pés e sentar no chão, sentir o vento. Papel e caneta pra escrever. Preciso, não preciso.


You have friends? family? money? paper? pen? newspaper? Daily? happy?But even so, something is missing ... much of what you have is n't true, true.Maybe, the answer lies in you alone. Just look!






 

terça-feira, 22 de junho de 2010

.easy,

O mais fácil a fazer é sempre julgar, falar, culpar, mesmo sem ter prova nenhuma, não é?
É. Não, não podemos, ou pelo menos não deveríamos fazer isto.
Não sei o quanto estou errando, já não mais me importo em só falar de mim, aqui. Hoje, eu quetria é mesmo parar de me importar, começar a ignorar. Queria ser e ter a força.
Me faltam muitas coisas, mas estas não são roupas, maquiagens, sapatos, comida...são as coisas que não se compram. Falta coragem, amor, tempo, amigos, paciência, respostas...
Quando digo de amigos, não quer dizer que eu não tenha a quem conversar, pois sim, eu tenho, uns que conto quase de tudo. O quase é que impede, não é falta de confiança, é vergonha, pois parte do meu cérebro é travada. Toda vez que eu tento contar aquelas coisas, ele me impede, eu mudo de assunto. A culpa não é minha, são das outras pessoas, pessoas más. Talvez, acho, que o passado deveria ficar lá, deveria manter as pessoas bem longe de mim, pra ninguém entrar na minha mente e descobrir...

A vida não tem um manual de instruções, ou, uma sinopse. Se aprende e descobre na prática, mas confesso que, cometo, ás vezes, os mesmo erros...


Boa noite!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Falar de mim.



Vamos sentar e prosear um pouco, vamos cantar aquela velha música, ou, invertar uma; quero que ela fale sobre tudo que eu sinto, penso...sobre o que eu não sei o que é... Claro, isso vai passar, não é?
Não adianta, quando poucas pessoas vão te ouvir, não adianta gritar pros quatro ventos o que elas estão fazendo, o quão inconseqüentes estão sendo... elas não vão saber o que estão fazendo, uma vez que é o que todos fazem...

Você está cheia de problemas, cansada como uma garçonete ao fim do expediente, com tantas mil coisas a pensar. Sua cabeça não pára, á noite, tu mal pode dormir, seu cérebro não pára. Quando pára, te faz acordar atrasada pro dia seguinte, tal dia que nenhuma música vai servir por mais de uns segundos, e assim vai ser,' muda, essa não, muda... essa...não... desliga' ....
Tudo o que voce queria ser, é bem pouco, mas, a sua incapacidade é suficiente para não mais ser. Tu sabe que em tempos atrás, seus sonhos e desejos seriam facilmente realizados, bastava sorrir, mas, tu era criança, você não quer mais um brinquedo... Se bem que tu mal sabe o que quer. Tá, eu sei, mais uma resposta... mais uma... mais uma....
Isso! Vai sempre querer saber o depois, mas, não dá pra saber, e isso vai te irritar, vai te afastar pessoas... e, vai saber que não é isso que você quer, mas, como não sabe, querer saber será a escolha...
Não está tudo bem, não, não está, tudo isso porque você está 'normal'. Sim, normal! E não há nehum problema em ser normal, não é? Ah, mas pra você sim, porque escolheu ser ao extremo...
 Ok, vamos levantar, lavar essa cara e fazer alguma coisa!