sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Véspera.

Você anseia demais, epera demais; pro dia seguinte, pras respostas e perguntas seguintes, pros passos segiuntes... Tudo é meio repetitivo, mas ás vezes posso resumir em 'você espera demais'.
Espero o que for vir, não sei como vou encarar. Há pessoas difíceis de se esquecer, que, nesse tempo foram ótimas com você, se mostraram amigas, amparo e até mesmo força...
Mas, omde é que elas estão?
Ás vezes eu me surpreendo com as pessoas - e até mesmo comigo mesma; como eu as deixo ir, ou, como elas vão assim... Como elas agem assim, de forma inesperada....
Eu não gosto de falsidade, de pessoas falsas, não gosto. Da pessoa que parece se importar - e até se importa, mas, daí, junto a outras pessoas, esquece de você!
É bem fácil me julgar, falar que sou isso e aquilo. Que sou injusta, dramática... e que se é assim, que eu dê o primeiro passo. Não quero e não vou. Eu não sou a pessoa errada e também sou digna de ser lembrada, porque até então, não me esqueci de ninguém e em tempos atras, não deixe de demonstrar o meu carinho.
Fim de ano tem dessas, de tu pesar o que fez, de separar pessoas....

Quem perde?
Quem ganha?

        

Só sei que....


             Não sei!






No fim de tudo, é você sozinha. Você e a saudade. Você e seu orgulho...

vai ser assim....

sábado, 18 de dezembro de 2010

Eu não escrevi nada...

Pra uma pessoa que pensa demais, escreve demais, sente demais, faz drama demais, ouve demais, usa roupa demais... E mais outros tantos 'demais', os outros tantos 'demasiados'.... O pouco  não é um bom sinal.
Isso quando você se cala, se fecha, pensa - mas não exprime tudo o que pensa, seja no papel, ou aos prantos [desabafos], pra um amigo....
Pra ela, parar de escrever foi um sinal de ALERTA VERMELHO, alguma coisa não ia bem. De repente todas as reclamações cessam, junto aos dramas, ás lágrimas, junto a maquiagem ou ao cabelo arrumado, junto, de mãos dadas, com tudo que ela poderia escrever, ler e ouvir; até o comer e orações seguiam juntos, sem muita vontade...[quase parando]
Isso não era agradável, nem ao menos favorável, como o sol que não brilha no verão por causa das fortes chuvas. "O verão não é feito apenas de sol, de dias quentes, é também, como hoje, interrompido pela chuva que não a deixara sair e ao frio que calaria qualquer pessoa. O frio, como o silêncio se instalara; dentro dela e preocupara os interessados ao redor...."
-' Não sei, posso estar pensando demais hoje. Tem coisas entaladas bem na minha garganta, coisas que não querem sair. Me culpo por estar errada, mas ando escrevendo por acreditar em mim, que lá no fundo, tenho um pouquinho de razão e que as pessoas também tem culpa... e como elas tem'.
A história, da menina, não acaba assim, tão fácil. Ela só está parando, não sei como anda gastando o seu tempo, mas, por ela ser ela, sei que vai surpreender, mais uma vez. Acredito que ela ainda volte, mais forte, decidida, mais segura...
Enquanto isso, ela está por aí, nos cantos, nos sofás, ou, até mesmo hesitante, em pensar como e quando voltar... No melhor jeito de perguntar: 'onde estão as perguntas? ' -em resposta- 'eu já sei sei das respostas, mesmo que tenham mudado tudo [do que eu quis aprender]'.

Ela não gostava, mas, admitiu: era o tempo, o silêncio que a fizera assim...



Desculpas, não sei quem ela é, mas me impede de........