Você anseia demais, epera demais; pro dia seguinte, pras respostas e perguntas seguintes, pros passos segiuntes... Tudo é meio repetitivo, mas ás vezes posso resumir em 'você espera demais'.
Espero o que for vir, não sei como vou encarar. Há pessoas difíceis de se esquecer, que, nesse tempo foram ótimas com você, se mostraram amigas, amparo e até mesmo força...
Mas, omde é que elas estão?
Ás vezes eu me surpreendo com as pessoas - e até mesmo comigo mesma; como eu as deixo ir, ou, como elas vão assim... Como elas agem assim, de forma inesperada....
Eu não gosto de falsidade, de pessoas falsas, não gosto. Da pessoa que parece se importar - e até se importa, mas, daí, junto a outras pessoas, esquece de você!
É bem fácil me julgar, falar que sou isso e aquilo. Que sou injusta, dramática... e que se é assim, que eu dê o primeiro passo. Não quero e não vou. Eu não sou a pessoa errada e também sou digna de ser lembrada, porque até então, não me esqueci de ninguém e em tempos atras, não deixe de demonstrar o meu carinho.
Fim de ano tem dessas, de tu pesar o que fez, de separar pessoas....
Quem perde?
Quem ganha?
Só sei que....
Não sei!
No fim de tudo, é você sozinha. Você e a saudade. Você e seu orgulho...
vai ser assim....
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
Eu não escrevi nada...
Pra uma pessoa que pensa demais, escreve demais, sente demais, faz drama demais, ouve demais, usa roupa demais... E mais outros tantos 'demais', os outros tantos 'demasiados'.... O pouco não é um bom sinal.
Isso quando você se cala, se fecha, pensa - mas não exprime tudo o que pensa, seja no papel, ou aos prantos [desabafos], pra um amigo....
Pra ela, parar de escrever foi um sinal de ALERTA VERMELHO, alguma coisa não ia bem. De repente todas as reclamações cessam, junto aos dramas, ás lágrimas, junto a maquiagem ou ao cabelo arrumado, junto, de mãos dadas, com tudo que ela poderia escrever, ler e ouvir; até o comer e orações seguiam juntos, sem muita vontade...[quase parando]
Isso não era agradável, nem ao menos favorável, como o sol que não brilha no verão por causa das fortes chuvas. "O verão não é feito apenas de sol, de dias quentes, é também, como hoje, interrompido pela chuva que não a deixara sair e ao frio que calaria qualquer pessoa. O frio, como o silêncio se instalara; dentro dela e preocupara os interessados ao redor...."
-' Não sei, posso estar pensando demais hoje. Tem coisas entaladas bem na minha garganta, coisas que não querem sair. Me culpo por estar errada, mas ando escrevendo por acreditar em mim, que lá no fundo, tenho um pouquinho de razão e que as pessoas também tem culpa... e como elas tem'.
A história, da menina, não acaba assim, tão fácil. Ela só está parando, não sei como anda gastando o seu tempo, mas, por ela ser ela, sei que vai surpreender, mais uma vez. Acredito que ela ainda volte, mais forte, decidida, mais segura...
Enquanto isso, ela está por aí, nos cantos, nos sofás, ou, até mesmo hesitante, em pensar como e quando voltar... No melhor jeito de perguntar: 'onde estão as perguntas? ' -em resposta- 'eu já sei sei das respostas, mesmo que tenham mudado tudo [do que eu quis aprender]'.
Ela não gostava, mas, admitiu: era o tempo, o silêncio que a fizera assim...
Desculpas, não sei quem ela é, mas me impede de........
Isso quando você se cala, se fecha, pensa - mas não exprime tudo o que pensa, seja no papel, ou aos prantos [desabafos], pra um amigo....
Pra ela, parar de escrever foi um sinal de ALERTA VERMELHO, alguma coisa não ia bem. De repente todas as reclamações cessam, junto aos dramas, ás lágrimas, junto a maquiagem ou ao cabelo arrumado, junto, de mãos dadas, com tudo que ela poderia escrever, ler e ouvir; até o comer e orações seguiam juntos, sem muita vontade...[quase parando]
Isso não era agradável, nem ao menos favorável, como o sol que não brilha no verão por causa das fortes chuvas. "O verão não é feito apenas de sol, de dias quentes, é também, como hoje, interrompido pela chuva que não a deixara sair e ao frio que calaria qualquer pessoa. O frio, como o silêncio se instalara; dentro dela e preocupara os interessados ao redor...."
-' Não sei, posso estar pensando demais hoje. Tem coisas entaladas bem na minha garganta, coisas que não querem sair. Me culpo por estar errada, mas ando escrevendo por acreditar em mim, que lá no fundo, tenho um pouquinho de razão e que as pessoas também tem culpa... e como elas tem'.
A história, da menina, não acaba assim, tão fácil. Ela só está parando, não sei como anda gastando o seu tempo, mas, por ela ser ela, sei que vai surpreender, mais uma vez. Acredito que ela ainda volte, mais forte, decidida, mais segura...
Enquanto isso, ela está por aí, nos cantos, nos sofás, ou, até mesmo hesitante, em pensar como e quando voltar... No melhor jeito de perguntar: 'onde estão as perguntas? ' -em resposta- 'eu já sei sei das respostas, mesmo que tenham mudado tudo [do que eu quis aprender]'.
Ela não gostava, mas, admitiu: era o tempo, o silêncio que a fizera assim...
Desculpas, não sei quem ela é, mas me impede de........
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
E se...
E se você não voltasse?
E se você não fosse você?
- Essas palavras se dissolveriam um tanto sólidas, pesadas aos meus ouvidos...
E, se quem a gente tanto gosta, não fosse quem diria ser, como você reagiria?
Queremos acreditar que não há essa possibilidade, simplesmente.
O que você faria se não tivesse mais chão pra pisar, certezas para seguir?
Ah, são tantas e tantas perguntas que ainda me pergunto: onde estão as respostas?
e a coragem?
E se você não fosse você?
- Essas palavras se dissolveriam um tanto sólidas, pesadas aos meus ouvidos...
E, se quem a gente tanto gosta, não fosse quem diria ser, como você reagiria?
Queremos acreditar que não há essa possibilidade, simplesmente.
O que você faria se não tivesse mais chão pra pisar, certezas para seguir?
Ah, são tantas e tantas perguntas que ainda me pergunto: onde estão as respostas?
e a coragem?
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Carta para amigos. pt 1
Hey, friends;
Normalmente não escrevo sobre vocês, aliás, acho que a maioria nem sabe que eu escrevo. Também sei que a maioria nem vai ver, uns nem estão mais aqui.
Entramos na escola desde cedo, tivemos várias pessoas que entraram e saíram de nossas vidas. E, você as vê hoje? Lembre-se do seu 1° dia de aula, quando era criança... E, quem está junto com você agora?
Não é fácil lidar com as pessoas que vem e que vão, mas acho que é assim que tem que ser. Então, a seguinte questão: E vocês, que disseram ser amigos, uns demonstraram mais que outros, vocês, os do ‘pra sempre pode contar comigo’ – posso mesmo?
Quando nada estiver dando certo, quando tudo desabar bem na minha frente... quando a saudade apertar... posso? Eu posso precisar desse seu ‘ombro amigo’ que disse que me ofereceria em horas assim? Eu posso?
Juro que não queria que essa semana chegasse, ela chegou – e está quase na metade!
O QUE FAZER AGORA?
Será que dizer ‘adeus’ não basta? Porque eu acho que é isso que eu sei fazer, dizer isso e que eu vou morrer de saudades. Eu vou morrer com a SAUDADE! A saudade desse tempo de escola que está por um fio, que foi tão monótono, algumas vezes, emocionante,alegre, engraçado, triste, deprimente e único. Acordar cedo, ver cada rosto... isso não tem o que pague!
Até das coisas que mais me irritavam, vou sentir falta... das briguinhas, dos aviõeszinhos, bolas de papel.. TUDO! Até não fazer nada... acho que.. bom... Não era apenas as coisas que fazíamos ou deixávamos de fazer, era também o lugar. Era a nossa proteção do mundo, da VIDA REAL...
Do momento que sairmos por aquele portão, de certa forma, estaremos livres, mas de outra.. não é bem assim, aliás, é a vida – e não são apenas os problemas de matemática, não apenas as lutas e guerras dos livros de história... E agora? Viveremos em busca de uma coisa: a felicidade!
Obrigada vocês, não a todos, claro, mas aos que importam, os de todas as séries. Os que ficaram, os que foram... obrigada! (não sei se é a palavra certa).
Boa sorte, saúde, sucesso, força e coragem. Uns aprendem mais, outros menos. Nunca é tarde para isso! Aprendi a base junto com vocês...
‘Sinto saudades de quem não me despedi direito, das coisas que deixei passar, de quem não tive mas quis muito ter.’- Clarice Lispector.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Sobre a saudade.
É só olhar pros lados e ela estará lá, esperando...
Esperando o adeus pra adentrar no peito, mexer com a cabeça e nos deixar de cama!
Não que esse momento já tenha chegado, mas, você sabe. É evidente. Cada 'até amanhã' já se torna melancólico - porque você sabe... oh, você sabe que um dia, não vai mais ter um 'até amanhã'- de novo!
Eu vejo as pessoas que eu amo, que gosto muito, que passei uma boa parte da minha vida envelhecendo, com caras cansadas... Sim, Isadora, as pessoas nascem, amadurecem, envelhecem e morrem. Fim.
Não sei como lidar, não sei como olhar as pessoas sem compaixão, sem carinho, sem amor, sem a saudade antecipada.
Amigos, meus amigos, minha família. Já saibam: se vocês forem, vão deixar saudade nesse peito meu. MUITA!
Eu sei, que boa parte desses meus amigos ou bons colegas, que seja, vão passar ao meu lado, um dia, e não pense que vai ter um 'que saudades, abraços, o que faz da vida... blá, blá, blá' não, a realidade é que, uns não vão parar, outros, como você, vão hesitar 'será que lembra de mim?', vai andar, e sorrir, sim, a saudade te faz sorrir - apenas pra não chorar....
Quando o fim da vida chega, ela passa como um filme, cenas e mais cenas... Onde estão todas essas pessoas?
Hey, onde estarão todas essas pessoas?!
Sim, estarei lá (em coração, mente) por cada um de vocês. Não pensem que eu não vou lembrar, porque tenho problemas para esquecer, não consigo!
Eu não consigo deixar tudo de bom o que passou e seguir. Prezo por todos os momentos convividos, não pense que, mesmo de longe não mais serei amiga. Não dá!
O que eu digo costuma ser sincero, o que sinto também. Então, se você ver a saudade pelos cantos, fuja dela, pegue alguém pela mão e fuja!
Diga tudo o que quiser dizer e daí deixe essas pessoas importantes seguirem rumo: a vida não pára!
Se faça eterno, na mente, mesmo que não seja em presença, faça-se eterno: com suas palavras!
Tudo vai dar certo!
Esperando o adeus pra adentrar no peito, mexer com a cabeça e nos deixar de cama!
Não que esse momento já tenha chegado, mas, você sabe. É evidente. Cada 'até amanhã' já se torna melancólico - porque você sabe... oh, você sabe que um dia, não vai mais ter um 'até amanhã'- de novo!
Eu vejo as pessoas que eu amo, que gosto muito, que passei uma boa parte da minha vida envelhecendo, com caras cansadas... Sim, Isadora, as pessoas nascem, amadurecem, envelhecem e morrem. Fim.
Não sei como lidar, não sei como olhar as pessoas sem compaixão, sem carinho, sem amor, sem a saudade antecipada.
Amigos, meus amigos, minha família. Já saibam: se vocês forem, vão deixar saudade nesse peito meu. MUITA!
Eu sei, que boa parte desses meus amigos ou bons colegas, que seja, vão passar ao meu lado, um dia, e não pense que vai ter um 'que saudades, abraços, o que faz da vida... blá, blá, blá' não, a realidade é que, uns não vão parar, outros, como você, vão hesitar 'será que lembra de mim?', vai andar, e sorrir, sim, a saudade te faz sorrir - apenas pra não chorar....
Quando o fim da vida chega, ela passa como um filme, cenas e mais cenas... Onde estão todas essas pessoas?
Hey, onde estarão todas essas pessoas?!
Sim, estarei lá (em coração, mente) por cada um de vocês. Não pensem que eu não vou lembrar, porque tenho problemas para esquecer, não consigo!
Eu não consigo deixar tudo de bom o que passou e seguir. Prezo por todos os momentos convividos, não pense que, mesmo de longe não mais serei amiga. Não dá!
O que eu digo costuma ser sincero, o que sinto também. Então, se você ver a saudade pelos cantos, fuja dela, pegue alguém pela mão e fuja!
Diga tudo o que quiser dizer e daí deixe essas pessoas importantes seguirem rumo: a vida não pára!
Se faça eterno, na mente, mesmo que não seja em presença, faça-se eterno: com suas palavras!
Tudo vai dar certo!
domingo, 7 de novembro de 2010
Eu, idem.
Busco qualquer sentimento recíproco;
Gratidão recíproca;
Carinho recíproco;
Admiração recíproca;
Importância recíproca;
[...]
Tudo que eu possa sentir e que sintam por mim em troca.
Não é pedir muito, não é pedir de mais. Não, não é.
Ás vezes eu cobro isso das pessoas, não deveria, mas cobro.
Posso dizer que o tempo de pedir tudo isso em troca está acabando, uma vez que não tenho retorno, vou desistir. E se sentirem o mesmo por mim, não sei se vai me importar...
É isso, o tempo de reciprocidade, do eu sinto, você sente o mesmo, está acabando...
A minha busca disso acabou se tornando carência. Se não sente o mesmo por mim, certamente não sentirei o mesmo por ti.
É um ponto importante, é um ponto final.
Reciprocidade :s.f. Estado ou qualidade do que é recíproco. / Correspondência mútua de palavras, atos etc.: reciprocidade de sentimentos, de serviços; tratado de reciprocidade entre Estados.
Gratidão recíproca;
Carinho recíproco;
Admiração recíproca;
Importância recíproca;
[...]
Tudo que eu possa sentir e que sintam por mim em troca.
Não é pedir muito, não é pedir de mais. Não, não é.
Ás vezes eu cobro isso das pessoas, não deveria, mas cobro.
Posso dizer que o tempo de pedir tudo isso em troca está acabando, uma vez que não tenho retorno, vou desistir. E se sentirem o mesmo por mim, não sei se vai me importar...
É isso, o tempo de reciprocidade, do eu sinto, você sente o mesmo, está acabando...
A minha busca disso acabou se tornando carência. Se não sente o mesmo por mim, certamente não sentirei o mesmo por ti.
É um ponto importante, é um ponto final.
Reciprocidade :s.f. Estado ou qualidade do que é recíproco. / Correspondência mútua de palavras, atos etc.: reciprocidade de sentimentos, de serviços; tratado de reciprocidade entre Estados.
sábado, 6 de novembro de 2010
-O tempo passa bem rápido, não acha?
- Quem controla o tempo?
- Não sei, você sabe?
-Hey, essa pergunta é minha. Você sabe?
-Não. E não estaria nem um pouco interessada em saber, nem conhecer, se você quer saber!
- Quero sim, me conta!
- Já contei, não quero saber nem conhecer!
- É, simples assim. Assim que você afasta as suas dúvidas, pondo em prática a má criação e atitudes infantis?
- Não, não... eu já tenho quase...
- Não importa, você sabe!
- Ah, não estou entendendo...
- ...
- Ok. Eu tenho medo, tenho raiva. A maioria das pessoas tem o tempo como principal aliado, elas esperam pelo tempo, enquanto eu não o tenho como aliado, porque eu vejo tudo indo pelo meus dedos, como grãos de areia... O tempo vai levando tudo, tudo. E logo levará as minhas lembranças, vai levar o que um dia eu gostei, as pessoas com que vivi; umas que já não existem mais, outras que estão em algum lugar... o tempo vai me fazer esquecer, vai apagar. Pois pra mim, já basta não poder revivenciar alguns momentos.
Eu não sou a única pessoa a querer isso, e também não é errado. Talvez seja egoísmo,e sim, talvez esteja agindo como uma criança, mas não me importo, não sei e não quero nem conhecer quem controla o tempo. Não quero perder tempo pedindo pro tempo voltar - eu sei que não volta.
Mais? Eu não sonho, apenas tento relembrar as partes boas da minha vida.... ás vezes...
- Calma!
- Calma?
- Vai passar, você sabe.Você nem sente tudo isso, porque eu sei que você sabe conciliar tudo isso. E você sonha sim, seus sonhos que apenas não acontecem; e não são lembranças, são coisas que você nunca viveu e que o tempo não colaborou pra acontecer. Aliás, nada colaborou, você sabe... E sobre a realidade, o que aconteceu, ,você pensa que tem medo, mas sabe que não, só não tem coragem de enfrentar tudo de frente. E olha, são coisas que já superou há um tempo. Você é menininha, mas é forte. E por favor para. Pare de se lamentar, já foi... não banque a vítima. Quem controla o tempo?
- Eu já disse... não sei!
- Você! Você sabe a hora certa de esquecer, de superar, de acordar...
- Quanto tempo?
- Se for agora ainda dá tempo!
- Obrigada!
-....
- Quem controla o tempo?
- Não sei, você sabe?
-Hey, essa pergunta é minha. Você sabe?
-Não. E não estaria nem um pouco interessada em saber, nem conhecer, se você quer saber!
- Quero sim, me conta!
- Já contei, não quero saber nem conhecer!
- É, simples assim. Assim que você afasta as suas dúvidas, pondo em prática a má criação e atitudes infantis?
- Não, não... eu já tenho quase...
- Não importa, você sabe!
- Ah, não estou entendendo...
- ...
- Ok. Eu tenho medo, tenho raiva. A maioria das pessoas tem o tempo como principal aliado, elas esperam pelo tempo, enquanto eu não o tenho como aliado, porque eu vejo tudo indo pelo meus dedos, como grãos de areia... O tempo vai levando tudo, tudo. E logo levará as minhas lembranças, vai levar o que um dia eu gostei, as pessoas com que vivi; umas que já não existem mais, outras que estão em algum lugar... o tempo vai me fazer esquecer, vai apagar. Pois pra mim, já basta não poder revivenciar alguns momentos.
Eu não sou a única pessoa a querer isso, e também não é errado. Talvez seja egoísmo,e sim, talvez esteja agindo como uma criança, mas não me importo, não sei e não quero nem conhecer quem controla o tempo. Não quero perder tempo pedindo pro tempo voltar - eu sei que não volta.
Mais? Eu não sonho, apenas tento relembrar as partes boas da minha vida.... ás vezes...
- Calma!
- Calma?
- Vai passar, você sabe.Você nem sente tudo isso, porque eu sei que você sabe conciliar tudo isso. E você sonha sim, seus sonhos que apenas não acontecem; e não são lembranças, são coisas que você nunca viveu e que o tempo não colaborou pra acontecer. Aliás, nada colaborou, você sabe... E sobre a realidade, o que aconteceu, ,você pensa que tem medo, mas sabe que não, só não tem coragem de enfrentar tudo de frente. E olha, são coisas que já superou há um tempo. Você é menininha, mas é forte. E por favor para. Pare de se lamentar, já foi... não banque a vítima. Quem controla o tempo?
- Eu já disse... não sei!
- Você! Você sabe a hora certa de esquecer, de superar, de acordar...
- Quanto tempo?
- Se for agora ainda dá tempo!
- Obrigada!
-....
domingo, 31 de outubro de 2010
18 days.
Ultimamente, nas noites, penso muito na minha vida; passado, presente e fico pensando no que poderia acontecer. Seria fácil eu mesma dirigir a minha vida, controlar as cenas, os atos, as falas, as personagens... os figurinos. Seria fácil ter a vida que quero, não a minha vida como ela tem que ser, mas quem escreve não sou eu. Será que o Autor da minha vida pensou em tudo antes, depois me mandou viver? Será que lá pro fim vai dar tudo certo?
-Porque os filmes que vejo são sempre assim!
Dizem que temos o que podemos suportar, então, será que eu nasci com a mente e corpo errados; ás vezes eu simplesmente não consigo. Será que sou jovem demais?
Eu tenho tantas dúvidas, ás vezes penso que tenho pelo menos algumas certezas, mas, não, logo muda tudo.
Já cansei das mudanças, ás vezes até espero por elas, mas elas não chegam na hora certa, vem quando estou tentando me reerguer...
Nossa, são quase 17 anos, será que eu já vivi o suficiente ou tem muito mais?
Eu sei que minha cabeça vai mudar muitas vezes, muitas e muitas - até me trazer a algum lugar...
Eu vou seguir, porque parar não dá, não pode!
Peço pra mim mesma aguentar, porque eu não nasci em vão, não sonhei em vão. Deus me fez assim, mas creio eu que Ele também fez alguém pra me ajudar quando eu precisar; quando tudo estiver difícil.
Tenho sono, tenho fome; eu erro, magôo.... eu juro, sou boa pessoa!
Não vou dizer que sou forte, mas também não sou tão frágil.
Eu só não sei onde estou...
-Porque os filmes que vejo são sempre assim!
Dizem que temos o que podemos suportar, então, será que eu nasci com a mente e corpo errados; ás vezes eu simplesmente não consigo. Será que sou jovem demais?
Eu tenho tantas dúvidas, ás vezes penso que tenho pelo menos algumas certezas, mas, não, logo muda tudo.
Já cansei das mudanças, ás vezes até espero por elas, mas elas não chegam na hora certa, vem quando estou tentando me reerguer...
Nossa, são quase 17 anos, será que eu já vivi o suficiente ou tem muito mais?
Eu sei que minha cabeça vai mudar muitas vezes, muitas e muitas - até me trazer a algum lugar...
Eu vou seguir, porque parar não dá, não pode!
Peço pra mim mesma aguentar, porque eu não nasci em vão, não sonhei em vão. Deus me fez assim, mas creio eu que Ele também fez alguém pra me ajudar quando eu precisar; quando tudo estiver difícil.
Tenho sono, tenho fome; eu erro, magôo.... eu juro, sou boa pessoa!
Não vou dizer que sou forte, mas também não sou tão frágil.
Eu só não sei onde estou...
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
A verdade é que eu nunca sei o título, ele sempre vem depois. Na maioria das vezes, é aleatório; quase totalmente sem sentido. Acontece é que nessa aleatoriedade, nesta desconecção, dispersão ao texto, é que me encontro: sou assim, sem sentido e desconexa!
Isso não é tão ruim, mas também não é nada bom. Vivo perdida, mas, provo que não. Que sim, estou conexa, que faço parte, que faço sentido...
Me pergunto: por que?
Eu não sei, talvez esteja cansada de precisar de compreensão, apoio... cansada de querer ser entendida, aceita - bem como sou. A culpa não é das pessoas, eu engano bem, hora ou outra estou eu lá, dizendo que está tudo bem, mesmo não estando; inventando desculpinhas pra cara triste, pros olhos vermelhos...
Sim, eu poderia ser transparente, poderia ser um cristal.... mas, cristais não quebram fácil?
-Quebram fácil, e dificilmente conseguiremos juntar todas as partes e colá-las com perfeição...
Talvez esta seja eu, querendo me proteger das pessoas; tentando ser menos 'cristal', pra ninguém saber o que há por dentro- se é que há algo por dentro-, se não for assim que surge uma personalidade, não sei de onde vem!
*não gosto de terminar textos, até porque não consigo. Aqui a minha vida é contada e recontada, sem nenhum problema. Não tenho tanto medo assim, alguém pode me entender.
Isso não é tão ruim, mas também não é nada bom. Vivo perdida, mas, provo que não. Que sim, estou conexa, que faço parte, que faço sentido...
Me pergunto: por que?
Eu não sei, talvez esteja cansada de precisar de compreensão, apoio... cansada de querer ser entendida, aceita - bem como sou. A culpa não é das pessoas, eu engano bem, hora ou outra estou eu lá, dizendo que está tudo bem, mesmo não estando; inventando desculpinhas pra cara triste, pros olhos vermelhos...
Sim, eu poderia ser transparente, poderia ser um cristal.... mas, cristais não quebram fácil?
-Quebram fácil, e dificilmente conseguiremos juntar todas as partes e colá-las com perfeição...
Talvez esta seja eu, querendo me proteger das pessoas; tentando ser menos 'cristal', pra ninguém saber o que há por dentro- se é que há algo por dentro-, se não for assim que surge uma personalidade, não sei de onde vem!
*não gosto de terminar textos, até porque não consigo. Aqui a minha vida é contada e recontada, sem nenhum problema. Não tenho tanto medo assim, alguém pode me entender.
sábado, 16 de outubro de 2010
;
Não sei o que falam de mim, aliás, se falam de mim, é que apenas não estou tendo boas impressões sobre isso. Talvez seja insegurança, não sei, mas também não há problema nenhum da minha parte em assumir isso.
Com mais intensidade, digo também, com um pouco mais de realidade, percebo ou até mesmo aprendo que, não importa onde você vá, com quem esteja, você tem que ser você mesmo. Não importa. Já cansei de dizer isso a mim mesma, mas, o meu cérebro não me ouve e então me comporto de uma outra maneira, pareço qualquer pessoa, menos eu. Isso não me agrada, não me sinto bem, me sinto observada, insegura... com vontade de fugir, mas ás vezes as portas estão fechadas, mas, quer saber, eu não fugiria nem se estivessem abertas. Perdi a coragem, quem fala por mim é o medo - e isso me assusta. Mas, ainda bem que assumir isso, não me assusta, caso contrário me assustaria. Estou assustada, com medo, pior ou igual a uma criança.
Eu não sei da minha vida, mau sei a minha cor favorita, ou até mesmo a minha música, seriado, filme, roupa, não sei. Pouca coisa me conforta, desde as minha roupas á minha cama e o meu travesseiro. Meus sapatos cansam mais meus pés, travesseiro lesa minha coluna - e nada disso é bom.
Já é bem noite, amanhã eu trabalho, preciso de alguma coisa -que não sei o quê- , já estive nessa situação antes, de não saber. E não me importo se pensarem que sou louca, porque só estou escrevendo o que eu penso.
Não bebo não fumo, não uso drogas... sou uma menina do bem, e é isso.
Boa noite,
Cansei de vocês, cansei de tudo, não precisem de mim, que não precisarei mais de vocês. Preciso ser cuidada e não cuidar de alguém, quero que olhem por mim, e não que eu tenha que olhar pelos outros. Quero muito me achar, me encontrar, achar saída. Se o nome disso é desespero, já não sei. Escrever não que me faça bem , mas é preciso. Não me julguem, porque já não julgo ninguém. Não sou perfeita, nem santa; sou quieta, me respeito, tenho muitos defeitos...
Não vou pedir pra me entenderem, sendo que nem eu mesma me entendo!
Com mais intensidade, digo também, com um pouco mais de realidade, percebo ou até mesmo aprendo que, não importa onde você vá, com quem esteja, você tem que ser você mesmo. Não importa. Já cansei de dizer isso a mim mesma, mas, o meu cérebro não me ouve e então me comporto de uma outra maneira, pareço qualquer pessoa, menos eu. Isso não me agrada, não me sinto bem, me sinto observada, insegura... com vontade de fugir, mas ás vezes as portas estão fechadas, mas, quer saber, eu não fugiria nem se estivessem abertas. Perdi a coragem, quem fala por mim é o medo - e isso me assusta. Mas, ainda bem que assumir isso, não me assusta, caso contrário me assustaria. Estou assustada, com medo, pior ou igual a uma criança.
Eu não sei da minha vida, mau sei a minha cor favorita, ou até mesmo a minha música, seriado, filme, roupa, não sei. Pouca coisa me conforta, desde as minha roupas á minha cama e o meu travesseiro. Meus sapatos cansam mais meus pés, travesseiro lesa minha coluna - e nada disso é bom.
Já é bem noite, amanhã eu trabalho, preciso de alguma coisa -que não sei o quê- , já estive nessa situação antes, de não saber. E não me importo se pensarem que sou louca, porque só estou escrevendo o que eu penso.
Não bebo não fumo, não uso drogas... sou uma menina do bem, e é isso.
Boa noite,
Cansei de vocês, cansei de tudo, não precisem de mim, que não precisarei mais de vocês. Preciso ser cuidada e não cuidar de alguém, quero que olhem por mim, e não que eu tenha que olhar pelos outros. Quero muito me achar, me encontrar, achar saída. Se o nome disso é desespero, já não sei. Escrever não que me faça bem , mas é preciso. Não me julguem, porque já não julgo ninguém. Não sou perfeita, nem santa; sou quieta, me respeito, tenho muitos defeitos...
Não vou pedir pra me entenderem, sendo que nem eu mesma me entendo!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Tempo.
Falam que o tempo é o remédio pra todas as coisas. Não é bem isso que eu acho; o tempo -quando se tem que esperar por ele- traz saudade, ansiedade, nervosismo, desistência... Eu não considero isso remédio algum, pois remédios melhoram nosso estado, não pioram.
O tempo não é remédio pra saudade, pois ela só passa quando tu consegue matá-la, quando a pessoa está ali, no presente e não no passado...
Sim, o tempo faz esquecer, mas, de certa forma, lá no fundo, você sabe que está faltando algo. E isso, só vai te fazer procurar, buscar lá nas lembranças em tons de sépia bem fracos - quase invisíveis - o que está faltando, o porquê de você não deixar passar batido o que falta, o motivo de você querer de volta.
Quando digo que nada está certo, é porque não está. Existem mil coisas para nos distrair e nos tirar do caminho que realmente queremos seguir, com quem queremos seguir. Dia ou outro você troca o livro pela TV ou pelo computador, uma conversa cara a cara, por uma resumida ao "Oi, tudo bem?, Sim, e você?, Tudo bem também, Tenho que ir, até mais" no MSN, abraços por emoticons...
O tempo fez o Homem evoluir, e criaram tudo isso, que ao invés de tornar as pessoas mais próximas, separou cada um... Tá, não é bem assim....
Mas, o tempo não vai curar tudo. Não deixe o tempo passar, pra esperar a cura, procure você mesmo, porque quanto antes se levantar vai ser melhor. Não desista, tente - mas não insista demais porque tem coisas que não vão acontecer!
O tempo não é remédio pra saudade, pois ela só passa quando tu consegue matá-la, quando a pessoa está ali, no presente e não no passado...
Sim, o tempo faz esquecer, mas, de certa forma, lá no fundo, você sabe que está faltando algo. E isso, só vai te fazer procurar, buscar lá nas lembranças em tons de sépia bem fracos - quase invisíveis - o que está faltando, o porquê de você não deixar passar batido o que falta, o motivo de você querer de volta.
Quando digo que nada está certo, é porque não está. Existem mil coisas para nos distrair e nos tirar do caminho que realmente queremos seguir, com quem queremos seguir. Dia ou outro você troca o livro pela TV ou pelo computador, uma conversa cara a cara, por uma resumida ao "Oi, tudo bem?, Sim, e você?, Tudo bem também, Tenho que ir, até mais" no MSN, abraços por emoticons...
O tempo fez o Homem evoluir, e criaram tudo isso, que ao invés de tornar as pessoas mais próximas, separou cada um... Tá, não é bem assim....
Mas, o tempo não vai curar tudo. Não deixe o tempo passar, pra esperar a cura, procure você mesmo, porque quanto antes se levantar vai ser melhor. Não desista, tente - mas não insista demais porque tem coisas que não vão acontecer!
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Sobre alguma coisa.
Bom, como é que eu posso entender a vida, se na maioria das vezes ela nos prega peças?
Acho que é mais ou menos assim, quando você quer muito uma coisa você fica correndo atrás, fazendo de tudo pra que dê certo, mas, na maioria das vezes, não dá certo. Mesmo assim você não desiste, tenta mais um pouquinho... vai tentando - e nada!
Quer dizer, você tentou, correu atrás, mas não deu certo. Daí você senta, vive a sua vida, não espera mais muita coisa, se conforma com as situações. Suporta a vida, o mau humor das outras pessoas, a péssima convivência com uma delas, conta as horas pra voltar pra casa, estuda, se esforça pra pelo menos ter uma coisa na vida - mesmo não sendo exatamente aquilo que você quer. O tempo passa...
O tempo passa e você já não sonha mais, e ao mesmo tempo, você até que fica feliz, pois está aberta a várias opções, mas, não sabe qual rumo seguir. Mais uma vez você senta, e um certo vento traz de volta aquilo que lá trás você queria. Daí você pensa: 'será a minha vez?' - Na verdade você não sabe, mas você já aprendeu que não custa tentar. Não custa dar a mão pro destino e pedir pra ele te ajudar a levantar.
Pés no chão, sempre!
-Não cante vitória antes, mas agora pode ser a sua vez!
Acho que é mais ou menos assim, quando você quer muito uma coisa você fica correndo atrás, fazendo de tudo pra que dê certo, mas, na maioria das vezes, não dá certo. Mesmo assim você não desiste, tenta mais um pouquinho... vai tentando - e nada!
Quer dizer, você tentou, correu atrás, mas não deu certo. Daí você senta, vive a sua vida, não espera mais muita coisa, se conforma com as situações. Suporta a vida, o mau humor das outras pessoas, a péssima convivência com uma delas, conta as horas pra voltar pra casa, estuda, se esforça pra pelo menos ter uma coisa na vida - mesmo não sendo exatamente aquilo que você quer. O tempo passa...
O tempo passa e você já não sonha mais, e ao mesmo tempo, você até que fica feliz, pois está aberta a várias opções, mas, não sabe qual rumo seguir. Mais uma vez você senta, e um certo vento traz de volta aquilo que lá trás você queria. Daí você pensa: 'será a minha vez?' - Na verdade você não sabe, mas você já aprendeu que não custa tentar. Não custa dar a mão pro destino e pedir pra ele te ajudar a levantar.
Pés no chão, sempre!
-Não cante vitória antes, mas agora pode ser a sua vez!
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Do you want to meet?
Ela acordou bem cedo, naquela manhã de segunda, comumente, trocou de roupa, pegou sua bolsa, pôs seus sapatos, lavou o rosto, bebeu um copo de leite, escovou os dentes, pegou a chave e saiu pela porta. Sem nada na cabeça; ela segurava algo.
Fez quase o mesmo caminho que sempre fazia para o trabalho, mas, desta vez, mudou uma rua - o que deixava mais longo o seu caminho-, foi parar numa daquelas ruas com árvores, sombras e folhas pelo chão. Nas árvores, havia flores amarelas, ypes. Um breve sorriso apareceu em seu rosto. Continuou andando, em seus ouvidos, uma música familiar, conhecida, tocava na rádio...
Lembranças e lembranças surgiram á sua mente...
[...]
De repente se projetara a sua frente, no meio de tantas pessoas, ele. Pela primeira vez, ele. Seus sentidos se aguçaram. Perfume que ela tão bem conhecia, rosto e corpo que seus olhos costumavam a ver numa fotografia. Um breve gelo no coração, atitudes nulas, mãos geladas, face avermelhada e aquela ânsia...
Tudo bem, acabou, ele passou e nem notou sua presença. '-Tudo bem, vamos lá, o trabalho me espera', ela disse a si mesma....
Chegando no trabalho, pôs seu avental, prendeu seu cabelo num rabo-de-cavalo, e começou a descer as cadeiras. O café já estava quase pronto; pães de queijo devidamente saborosos- dentre tantas outras coisas...
A tarefa do dia era simples: Sorrir e perguntar se precisava de algo mais, ir até o balcão pegar o pedido e levar até a mesa. Pronto, era só mais um dia comum. Ela tentava, fazia de tudo para não lembrar... aliás, o que aconteceu? Por que ele lembraria? Tudo bem...
Fim do expediente; ela limpa as mesas, ergue as cadeiras, limpa o chão... arruma tudo... Tira o avental, solta seus cabelos, cuida dos lábios e vai ao ponto de ônibus.
[...]
Tudo o que ela queria era que, ao menos uma vez, alguém parasse ao seu lado, um alguém que ela sabe quem, e dissesse 'pra onde você vai? - eu vou junto'; sentasse do seu lado e conversasse até a última parada do ônibus, e dissesse, ao invés de 'adeus' , 'até amanhã, aqui, no mesmo lugar'...
Mas, não, isso não ocorreu, e no caminho do trabalho ela lembrou desse dia, junto com a música que tocava, claro. E não mais sorriu, ergueu a cabeça, afastou os pensamentos e andou mais depressa, quase em desespero, como se estivesse atrasada; mas sabemos que não; subiu a rua - e lá estava ele. Sorrindo, de camisa xadrez, cabelos lisos, curtos e pretos, calça jeans, all star...
Eles se esbarraram, ele a segurou e lhe devolveu algo que sempre estivera em sua mão, mas, desta vez, ela já tinha outra coisa nas mãos... Ele disse: 'toma, é seu', 'sim, é meu', 'e aquele dia... eu deveria ter devolvido os outros...', 'e porque você lembraria de mim?' , 'não sei, te acho engraçada, um pouco apressada', 'me dá' , 'e, eu ia te devolver, sabia que ia te encontrar'; 'estou atrasada' - foi tudo o que ela disse, saiu disparada, mas, antes 'até amanhã... aqui, no mesmo lugar, um pouco mais cedo', ela riu...
Ele deu as costas, ela olhou pra trás... andou normalmente... Uma nova música tocava...
Fez quase o mesmo caminho que sempre fazia para o trabalho, mas, desta vez, mudou uma rua - o que deixava mais longo o seu caminho-, foi parar numa daquelas ruas com árvores, sombras e folhas pelo chão. Nas árvores, havia flores amarelas, ypes. Um breve sorriso apareceu em seu rosto. Continuou andando, em seus ouvidos, uma música familiar, conhecida, tocava na rádio...
Lembranças e lembranças surgiram á sua mente...
[...]
De repente se projetara a sua frente, no meio de tantas pessoas, ele. Pela primeira vez, ele. Seus sentidos se aguçaram. Perfume que ela tão bem conhecia, rosto e corpo que seus olhos costumavam a ver numa fotografia. Um breve gelo no coração, atitudes nulas, mãos geladas, face avermelhada e aquela ânsia...
Tudo bem, acabou, ele passou e nem notou sua presença. '-Tudo bem, vamos lá, o trabalho me espera', ela disse a si mesma....
Chegando no trabalho, pôs seu avental, prendeu seu cabelo num rabo-de-cavalo, e começou a descer as cadeiras. O café já estava quase pronto; pães de queijo devidamente saborosos- dentre tantas outras coisas...
A tarefa do dia era simples: Sorrir e perguntar se precisava de algo mais, ir até o balcão pegar o pedido e levar até a mesa. Pronto, era só mais um dia comum. Ela tentava, fazia de tudo para não lembrar... aliás, o que aconteceu? Por que ele lembraria? Tudo bem...
Fim do expediente; ela limpa as mesas, ergue as cadeiras, limpa o chão... arruma tudo... Tira o avental, solta seus cabelos, cuida dos lábios e vai ao ponto de ônibus.
[...]
Tudo o que ela queria era que, ao menos uma vez, alguém parasse ao seu lado, um alguém que ela sabe quem, e dissesse 'pra onde você vai? - eu vou junto'; sentasse do seu lado e conversasse até a última parada do ônibus, e dissesse, ao invés de 'adeus' , 'até amanhã, aqui, no mesmo lugar'...
Mas, não, isso não ocorreu, e no caminho do trabalho ela lembrou desse dia, junto com a música que tocava, claro. E não mais sorriu, ergueu a cabeça, afastou os pensamentos e andou mais depressa, quase em desespero, como se estivesse atrasada; mas sabemos que não; subiu a rua - e lá estava ele. Sorrindo, de camisa xadrez, cabelos lisos, curtos e pretos, calça jeans, all star...
Eles se esbarraram, ele a segurou e lhe devolveu algo que sempre estivera em sua mão, mas, desta vez, ela já tinha outra coisa nas mãos... Ele disse: 'toma, é seu', 'sim, é meu', 'e aquele dia... eu deveria ter devolvido os outros...', 'e porque você lembraria de mim?' , 'não sei, te acho engraçada, um pouco apressada', 'me dá' , 'e, eu ia te devolver, sabia que ia te encontrar'; 'estou atrasada' - foi tudo o que ela disse, saiu disparada, mas, antes 'até amanhã... aqui, no mesmo lugar, um pouco mais cedo', ela riu...
Ele deu as costas, ela olhou pra trás... andou normalmente... Uma nova música tocava...
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Dizem que os homens são racionais, as mulheres, emocionais. Se um homem trái, ele está no direito, se a mulher usa um shorts curto em dia bem quente, não presta.
Os homens seguram armas, as mulheres, uma vida, um bebê...
Eu sei que as coisas parecem estar distorcidas pelo modo como vou falar, mas, não, não vou negar, nem sei do que estou falando....
Talvez eu deva falar de algo bem maior; o sangue, a amizade. As conversas de madrugada, quando a casa inteira dorme, dos segredos contados no ouvido...De a prova existente de que a distância, não diz nada, segundos unem tudo novamente, como se nunca estivesse em outra extremidade, pelo contrário, ali do lado.
É bom ter alguém pra dividir as músicas, os segredos. O jeito tão parecido e ao mesmo tempo, tão diferente de ser....
Há pessoas que eu amo de todo o meu coração - e vou continuar amando por muito tempo.
Eu amo a minha família, meus parentes, se eu pudesse teria-os perto. Mas é assim que tem de ser....
Prima, não é só porque você me sugeriu, mas vim falar de você, algo tão maior e indecifrável, ao mesmo tempo, simples, único : é a nossa amizade, não só o nosso sangue.
-Eu gosto de dividir algo com você, tudo <3
Os homens seguram armas, as mulheres, uma vida, um bebê...
Eu sei que as coisas parecem estar distorcidas pelo modo como vou falar, mas, não, não vou negar, nem sei do que estou falando....
Talvez eu deva falar de algo bem maior; o sangue, a amizade. As conversas de madrugada, quando a casa inteira dorme, dos segredos contados no ouvido...De a prova existente de que a distância, não diz nada, segundos unem tudo novamente, como se nunca estivesse em outra extremidade, pelo contrário, ali do lado.
É bom ter alguém pra dividir as músicas, os segredos. O jeito tão parecido e ao mesmo tempo, tão diferente de ser....
Há pessoas que eu amo de todo o meu coração - e vou continuar amando por muito tempo.
Eu amo a minha família, meus parentes, se eu pudesse teria-os perto. Mas é assim que tem de ser....
Prima, não é só porque você me sugeriu, mas vim falar de você, algo tão maior e indecifrável, ao mesmo tempo, simples, único : é a nossa amizade, não só o nosso sangue.
-Eu gosto de dividir algo com você, tudo <3
Tell me
"Você está gritando para me assustar? Porque eu não tenho certeza se isso é assustador. Mais gritos? Isso não é assustador. Você vai me machucar? Isso é assustador, mas eu tenho quase certeza que posso correr de você."- Dr. House
Por que ás vezes tudo parece difícil ou complicado demais. Eu já atingi certa idade que não mais está se permitindo ter estes certos impedimentos, por uma vez, ou mais, gostaria de poder alguma coisa. Uma coisa não programada, mas, desejada. Eu sinto que eu não preciso mais disso, daquilo... nada parece ser suficientemente agradável e convicente - a ponto de me fazer ficar. No fim das contas, eu sempre quero cair fora.
Eu sei que há muitos fatos distorcidos, histórias mau contadas.... É porque são mentiras! É isso, as pessoas mentem o tempo todo, inclusive eu, em momentos desnecessários. Quem mente, quer esconder alguma coisa. Esta pode ser a verdade - e eu estou começando a achar que, a felicidade está bem ali, do lado!
domingo, 22 de agosto de 2010
Último dia
Ás vezes parece que você suporta mais do que pode suportar. Quando mal se pode parar e respirar fundo; por causa das lágrimas que insistem em vir. Então, se você não pode parar, seu corpo se cansa...
A saudade parece até doença, que pede pra você ficar no chão, tentando achar uma solução pra suprir a falta, a perda.
O tempo também parece ser ingrato, porque ele não pode voltar. Mas, ás vezes só o que você precisa é de uma imagem congelada, bem á sua frente. Para se poder tocar, abraçar, sentir...
Oh, há coisas que não parecem ser reais quando não apalpadas com as mãos. Mas há coisas que a gente sente... sente...
"Era uma vez, uma menina. Ela estava no bosque, era inverno e parecia primavera; era tão lindo...
Ela tentava achar um outro motivo pra estar lá. Ela inventava, mas a realidade bateu logo ali...- na sala ao lado!"
Estava bem ali, bem ali... você não pode me entender!
A saudade parece até doença, que pede pra você ficar no chão, tentando achar uma solução pra suprir a falta, a perda.
O tempo também parece ser ingrato, porque ele não pode voltar. Mas, ás vezes só o que você precisa é de uma imagem congelada, bem á sua frente. Para se poder tocar, abraçar, sentir...
Oh, há coisas que não parecem ser reais quando não apalpadas com as mãos. Mas há coisas que a gente sente... sente...
"Era uma vez, uma menina. Ela estava no bosque, era inverno e parecia primavera; era tão lindo...
Ela tentava achar um outro motivo pra estar lá. Ela inventava, mas a realidade bateu logo ali...- na sala ao lado!"
Estava bem ali, bem ali... você não pode me entender!
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Por esses dias...
Bom, hoje eu vou falar do que tenho passado nesses últimos dias, numa forma mais direta mesmo. Sei que não costumo escrever assim, mas, hoje é um dia diferente. Vai ser o que eu passei sem enfeites pra eu ter um texto mais bonito. Sabe, hoje não importa. Não sei se isso é bom ou ruim...
Na vida, você aprende as lições da vida de duas formas distintas: no amor, ou na dor. Claro que muita gente prefere aprender na 1ª opção, no amor, mas, infelizmente é 2ª opção que realmente aprendemos, a dor nos faz ver um mundo diferente, que, no meu caso, mais real. Isso não é mal... não mesmo, maldade seria se eu nunca aprendesse isso e apanhasse da vida, vamos assim dizer....
O mundo em que nem sempre seu otimismo vai valer de algo. Quando uma pessoa está na UTI, em um estado crítico, quase óbito, você acredita com tanta convicção que ela vai se curar, e assim vai ser. Como o sol após a chuva, entende? Mas, por mais que sua fé seja forte, o que Deus trilhou é o que vai ser. As pessoas tem hora pra chegar e pra ir também. Então, aprendi que tenho que encarar a realidade, encarar os fatos. Uma flor não nasce de uma pedra, ponto final... Eu chamo o que eu tenho de fé... e eu tenho muita fé... e, por mais que o que eu acreditei não tenha acontecido, continuo tendo fé...
Hoje minha avó morreu. Há um tempo já encaro a morte de um modo diferente, não como o fim, mas uma pausa, como um sono eterno - e sem essa de outras vidas e visitas de uma pessoa fisicamente morta.
Somo constituídos de corpo, alma e espírito....
Um corpo morto, é um corpo morto, é só eu me acostumar com a ideia de que eu não vou mais poder tocar, rir junto com ela, abraçar... mas, posso tê-la aqui na minha memória. Não a imagem de uma senhora na cama da UTI, mas, a que eu tinha antes...
E, quando tudo tem pra dar certo, vem um ventinho e muda os rumos...
12,13,18,19,21- ainda faz sentido.
Na vida, você aprende as lições da vida de duas formas distintas: no amor, ou na dor. Claro que muita gente prefere aprender na 1ª opção, no amor, mas, infelizmente é 2ª opção que realmente aprendemos, a dor nos faz ver um mundo diferente, que, no meu caso, mais real. Isso não é mal... não mesmo, maldade seria se eu nunca aprendesse isso e apanhasse da vida, vamos assim dizer....
O mundo em que nem sempre seu otimismo vai valer de algo. Quando uma pessoa está na UTI, em um estado crítico, quase óbito, você acredita com tanta convicção que ela vai se curar, e assim vai ser. Como o sol após a chuva, entende? Mas, por mais que sua fé seja forte, o que Deus trilhou é o que vai ser. As pessoas tem hora pra chegar e pra ir também. Então, aprendi que tenho que encarar a realidade, encarar os fatos. Uma flor não nasce de uma pedra, ponto final... Eu chamo o que eu tenho de fé... e eu tenho muita fé... e, por mais que o que eu acreditei não tenha acontecido, continuo tendo fé...
Hoje minha avó morreu. Há um tempo já encaro a morte de um modo diferente, não como o fim, mas uma pausa, como um sono eterno - e sem essa de outras vidas e visitas de uma pessoa fisicamente morta.
Somo constituídos de corpo, alma e espírito....
Um corpo morto, é um corpo morto, é só eu me acostumar com a ideia de que eu não vou mais poder tocar, rir junto com ela, abraçar... mas, posso tê-la aqui na minha memória. Não a imagem de uma senhora na cama da UTI, mas, a que eu tinha antes...
E, quando tudo tem pra dar certo, vem um ventinho e muda os rumos...
12,13,18,19,21- ainda faz sentido.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Gray.
Parece como se ela tivesse perdido todas as chances de tentar, de sonhar. Os dias parecem ser iguais, nada diferente; as mesmas cores desbotadas de um rosto cansado de uma pessoa cheia, mas ao mesmo tempo, vazia.
Não dá pra saber o certo quando isso aconteceu, ela tentou ficar bem. Tentou descartar qualquer pensamento que a fizesse menos feliz, mas, a sua cabeça não foi capaz de aguentar. Tudo se transformou em lágrima, visão turva.
Não que isso fosse um problema, pois era o de menos. Mas era a única coisa que ela poderia fazer.
Ela não podia parar,
Ela não podia correr;
Gritar não era permitido. Dizia-se: SILÊNCIO.
Ela não podia ir embora, mas, não queria ficar.
Ela estava tão presa, mesmo tendo asas pra voar.
Não dá pra saber o certo quando isso aconteceu, ela tentou ficar bem. Tentou descartar qualquer pensamento que a fizesse menos feliz, mas, a sua cabeça não foi capaz de aguentar. Tudo se transformou em lágrima, visão turva.
Não que isso fosse um problema, pois era o de menos. Mas era a única coisa que ela poderia fazer.
Ela não podia parar,
Ela não podia correr;
Gritar não era permitido. Dizia-se: SILÊNCIO.
Ela não podia ir embora, mas, não queria ficar.
Ela estava tão presa, mesmo tendo asas pra voar.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Ás vezes seria mais fácil acreditar naquele mundo em que você viveu há anos atrás; onde seus sentimentos não eram tão fortes, frágeis... Quando o choro vinha com um tombo ou um machucado...
Quando você só precisava correr, porque se sentia livre, não porque estava lutando contra o tempo.
No tempo em que pouco te faltava, porque parecia que você tinha o mundo no seu mundo. Quando era apenas você, sem mais invasores, sem medos e temores...
Por mais que você não soubesse sobre a Rosa dos Ventos, sabia muito bem onde estava.
Shakespeare dizia que 'quando se está perdido, qualquer lugar serve'... mas, quer saber, estes lugares não cabem você, uma vez que, não há mais espaço para os sonhos...
Eu sei que você gosta de sonhar, sei que quer sonhar, que quer viver. Que está lutando o mais que pode, mas isso não é o suficiente.
[...]
-'O que você tem são apenas palavras, para isso você pecisa falar, mas, não pode falar; ninguém quer ouvir. Te dou um espaço então pra escrever, pra externar. Lute contra os monstros, menina, porque eles só vieram para te deixar com medo - e querer desistir.'
A MENINA E O MOSTRO.
-É noite de inverno, chove lá fora.
(Isadora Brito, 16)
Quando você só precisava correr, porque se sentia livre, não porque estava lutando contra o tempo.
No tempo em que pouco te faltava, porque parecia que você tinha o mundo no seu mundo. Quando era apenas você, sem mais invasores, sem medos e temores...
Por mais que você não soubesse sobre a Rosa dos Ventos, sabia muito bem onde estava.
Shakespeare dizia que 'quando se está perdido, qualquer lugar serve'... mas, quer saber, estes lugares não cabem você, uma vez que, não há mais espaço para os sonhos...
Eu sei que você gosta de sonhar, sei que quer sonhar, que quer viver. Que está lutando o mais que pode, mas isso não é o suficiente.
[...]
-'O que você tem são apenas palavras, para isso você pecisa falar, mas, não pode falar; ninguém quer ouvir. Te dou um espaço então pra escrever, pra externar. Lute contra os monstros, menina, porque eles só vieram para te deixar com medo - e querer desistir.'
A MENINA E O MOSTRO.
-É noite de inverno, chove lá fora.
(Isadora Brito, 16)
quarta-feira, 30 de junho de 2010
A menina e o Monstro.
Ela usa vestido rodado, tem cabelos claros e ondulados. Parece tão diferente das outras meninas; talvez até seja, mas o humor dela é rapidamente mutável.
Há quem diga que ela é insuportável, chata, mas, outros, que ela é meiga e amável. Há pessoas que só a criticam, de maneira negativa, claro, que por vezes, rouba o sorriso dela. Esses ela já julgou como 'amigos', mas, ela está revendo se esta é a palavra certa...
Talvez sim, talvez não. Ás vezes ela não sabe e não quer ouvir.
Acredito sim que ela seja uma pessoa boa e madura; que ela se comporte assim para que os outros não descubram quem ela realmente é. Porque se isso ocorresse, seria péssimo.
Ela já sonhou demais, chegou onde muitas pessoas de sua idade não chegaram, mas, muitas vezes em lugares que não gostaria de estar. O que ela não quer, consegue, mas, o que ela quer, é quase impossível.
O 'quase' dá a ela esperança de tentar, de lutar, não desistir...
Seria melhor pra ela, enquanto é Inverno, dormir, acordar apenas na Primavera. Três meses pensando e repensando... Porque no Outono ela erra demais. Ela já jurou amar esse Outono, mas, agora não é mais assim; ela deveria se calar no Outono.
A menina se enganou quando disse gostar de tempos frios. Ela esquece como o sol aquece.
Em estações assim ela permanece fria, se enche de sentimentos pra se manter aquecida...
... mesmo sabendo que pode ser ilusão.
Há quem diga que ela é insuportável, chata, mas, outros, que ela é meiga e amável. Há pessoas que só a criticam, de maneira negativa, claro, que por vezes, rouba o sorriso dela. Esses ela já julgou como 'amigos', mas, ela está revendo se esta é a palavra certa...
Talvez sim, talvez não. Ás vezes ela não sabe e não quer ouvir.
Acredito sim que ela seja uma pessoa boa e madura; que ela se comporte assim para que os outros não descubram quem ela realmente é. Porque se isso ocorresse, seria péssimo.
Ela já sonhou demais, chegou onde muitas pessoas de sua idade não chegaram, mas, muitas vezes em lugares que não gostaria de estar. O que ela não quer, consegue, mas, o que ela quer, é quase impossível.
O 'quase' dá a ela esperança de tentar, de lutar, não desistir...
Seria melhor pra ela, enquanto é Inverno, dormir, acordar apenas na Primavera. Três meses pensando e repensando... Porque no Outono ela erra demais. Ela já jurou amar esse Outono, mas, agora não é mais assim; ela deveria se calar no Outono.
A menina se enganou quando disse gostar de tempos frios. Ela esquece como o sol aquece.
Em estações assim ela permanece fria, se enche de sentimentos pra se manter aquecida...
... mesmo sabendo que pode ser ilusão.
sábado, 26 de junho de 2010
Valens Reveries ?
Era noite, não uma noite qualquer, mas uma de Outono. Valentine ainda estava atormentada com sua vida passada, a qual fizera questão de mudá-la por completo.
Apagou pessoas, queimou as cartas. Sumiu com cada vestígio existente, qualquer coisa que fizera lembrar de seu amor. Ah, claro, sempre o amor!
Não, eu não gosto do amor, mas, tenho que terminar esta história...
Valentine, não era uma dessa mulheres fracas, assim como seu nome, era forte, mas, a sua 'criptonita' ou, melhor sua 'verbena' apareceu...
Sim, eu me lembro bem, era Outono, numa aconchegante tarde, as folhas varriam o chão e encobriam a paisagem num tom amarelo-dourado.... o vento soprava...
Estávamos no quintal, e ele, Henry, apareceu, como sempre, mas, desta vez, havia algo nele. Ah, como esquecer; juras de amor, com rosas em suas mãos...
Não, não eram pra mim, eram para a Valentine, não, não eram para a Valerie, como já foi uma vez...
Oh, ele veio, citou-as, e sim, eram tão reais, era amor.... Deixei escapar uma lágrima e saí correndo.
Mais tarde, Valen veio e disse que iria sair com Henry.... foi assim por meses.... três anos.
Eu não presenciei esse amor, arrumei logo as malas, eu não tinha raiva ou ódio de ninguém, até porque nunca fui boa com relacionamentos, aceitei bem, mas, o mundo deu suas voltas.
Ah, não queria já acabar com a história, mas, já me cansei, vou terminá-la. Valentina teve um surto de ciúmes, brigou com Henry, ele foi embora, ela chorou, chorou... eu me casei...
Henry, viveu sua vida, mas Valen, não, ela pirou. Dai vocês já podem imaginar.
E, bom, a história não foi assim, estou com sono, ninguém fez café hoje, então, vou dormir. Depois eu prometo que conto.
Apagou pessoas, queimou as cartas. Sumiu com cada vestígio existente, qualquer coisa que fizera lembrar de seu amor. Ah, claro, sempre o amor!
Não, eu não gosto do amor, mas, tenho que terminar esta história...
Valentine, não era uma dessa mulheres fracas, assim como seu nome, era forte, mas, a sua 'criptonita' ou, melhor sua 'verbena' apareceu...
Sim, eu me lembro bem, era Outono, numa aconchegante tarde, as folhas varriam o chão e encobriam a paisagem num tom amarelo-dourado.... o vento soprava...
Estávamos no quintal, e ele, Henry, apareceu, como sempre, mas, desta vez, havia algo nele. Ah, como esquecer; juras de amor, com rosas em suas mãos...
Não, não eram pra mim, eram para a Valentine, não, não eram para a Valerie, como já foi uma vez...
Oh, ele veio, citou-as, e sim, eram tão reais, era amor.... Deixei escapar uma lágrima e saí correndo.
Mais tarde, Valen veio e disse que iria sair com Henry.... foi assim por meses.... três anos.
Eu não presenciei esse amor, arrumei logo as malas, eu não tinha raiva ou ódio de ninguém, até porque nunca fui boa com relacionamentos, aceitei bem, mas, o mundo deu suas voltas.
Ah, não queria já acabar com a história, mas, já me cansei, vou terminá-la. Valentina teve um surto de ciúmes, brigou com Henry, ele foi embora, ela chorou, chorou... eu me casei...
Henry, viveu sua vida, mas Valen, não, ela pirou. Dai vocês já podem imaginar.
E, bom, a história não foi assim, estou com sono, ninguém fez café hoje, então, vou dormir. Depois eu prometo que conto.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
so real?
Alguma vez você já sentiu tão feliz, que depois achou que seria impossível se sentir assim novamente?
Ultimamente parece que se precisa de algo a mais, que talvez seja encontrado no supermercado, na padaria ou, em alguma loja de roupas, calçados...
Mas, não, esse 'algo a mais' que falta, não é em sua dispensa ou em seu guarda-roupas; é em você, apenas.
Talvez você não saiba como encontrar, mas, é preciso consertar algo em ti, fazer o que ainda não fez e esquecer que você precisa de algo; por mais que precise!
É difícil, mas, um dia, pelo menos, você já foi feliz, só basta se lembrar quando foi, como foi.... basta repetir a dose.
Vale pegar o carro ou a bicicleta e esquecer de tudo, ir pra um lugar bem longe, tirar os sapatos dos pés e sentar no chão, sentir o vento. Papel e caneta pra escrever. Preciso, não preciso.
You have friends? family? money? paper? pen? newspaper? Daily? happy?But even so, something is missing ... much of what you have is n't true, true.Maybe, the answer lies in you alone. Just look!
Ultimamente parece que se precisa de algo a mais, que talvez seja encontrado no supermercado, na padaria ou, em alguma loja de roupas, calçados...
Mas, não, esse 'algo a mais' que falta, não é em sua dispensa ou em seu guarda-roupas; é em você, apenas.
Talvez você não saiba como encontrar, mas, é preciso consertar algo em ti, fazer o que ainda não fez e esquecer que você precisa de algo; por mais que precise!
É difícil, mas, um dia, pelo menos, você já foi feliz, só basta se lembrar quando foi, como foi.... basta repetir a dose.
Vale pegar o carro ou a bicicleta e esquecer de tudo, ir pra um lugar bem longe, tirar os sapatos dos pés e sentar no chão, sentir o vento. Papel e caneta pra escrever. Preciso, não preciso.
You have friends? family? money? paper? pen? newspaper? Daily? happy?But even so, something is missing ... much of what you have is n't true, true.Maybe, the answer lies in you alone. Just look!
terça-feira, 22 de junho de 2010
.easy,
O mais fácil a fazer é sempre julgar, falar, culpar, mesmo sem ter prova nenhuma, não é?
É. Não, não podemos, ou pelo menos não deveríamos fazer isto.
Não sei o quanto estou errando, já não mais me importo em só falar de mim, aqui. Hoje, eu quetria é mesmo parar de me importar, começar a ignorar. Queria ser e ter a força.
Me faltam muitas coisas, mas estas não são roupas, maquiagens, sapatos, comida...são as coisas que não se compram. Falta coragem, amor, tempo, amigos, paciência, respostas...
Quando digo de amigos, não quer dizer que eu não tenha a quem conversar, pois sim, eu tenho, uns que conto quase de tudo. O quase é que impede, não é falta de confiança, é vergonha, pois parte do meu cérebro é travada. Toda vez que eu tento contar aquelas coisas, ele me impede, eu mudo de assunto. A culpa não é minha, são das outras pessoas, pessoas más. Talvez, acho, que o passado deveria ficar lá, deveria manter as pessoas bem longe de mim, pra ninguém entrar na minha mente e descobrir...
A vida não tem um manual de instruções, ou, uma sinopse. Se aprende e descobre na prática, mas confesso que, cometo, ás vezes, os mesmo erros...
Boa noite!
É. Não, não podemos, ou pelo menos não deveríamos fazer isto.
Não sei o quanto estou errando, já não mais me importo em só falar de mim, aqui. Hoje, eu quetria é mesmo parar de me importar, começar a ignorar. Queria ser e ter a força.
Me faltam muitas coisas, mas estas não são roupas, maquiagens, sapatos, comida...são as coisas que não se compram. Falta coragem, amor, tempo, amigos, paciência, respostas...
Quando digo de amigos, não quer dizer que eu não tenha a quem conversar, pois sim, eu tenho, uns que conto quase de tudo. O quase é que impede, não é falta de confiança, é vergonha, pois parte do meu cérebro é travada. Toda vez que eu tento contar aquelas coisas, ele me impede, eu mudo de assunto. A culpa não é minha, são das outras pessoas, pessoas más. Talvez, acho, que o passado deveria ficar lá, deveria manter as pessoas bem longe de mim, pra ninguém entrar na minha mente e descobrir...
A vida não tem um manual de instruções, ou, uma sinopse. Se aprende e descobre na prática, mas confesso que, cometo, ás vezes, os mesmo erros...
Boa noite!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Falar de mim.
Vamos sentar e prosear um pouco, vamos cantar aquela velha música, ou, invertar uma; quero que ela fale sobre tudo que eu sinto, penso...sobre o que eu não sei o que é... Claro, isso vai passar, não é?
Não adianta, quando poucas pessoas vão te ouvir, não adianta gritar pros quatro ventos o que elas estão fazendo, o quão inconseqüentes estão sendo... elas não vão saber o que estão fazendo, uma vez que é o que todos fazem...
Você está cheia de problemas, cansada como uma garçonete ao fim do expediente, com tantas mil coisas a pensar. Sua cabeça não pára, á noite, tu mal pode dormir, seu cérebro não pára. Quando pára, te faz acordar atrasada pro dia seguinte, tal dia que nenhuma música vai servir por mais de uns segundos, e assim vai ser,' muda, essa não, muda... essa...não... desliga' ....
Tudo o que voce queria ser, é bem pouco, mas, a sua incapacidade é suficiente para não mais ser. Tu sabe que em tempos atrás, seus sonhos e desejos seriam facilmente realizados, bastava sorrir, mas, tu era criança, você não quer mais um brinquedo... Se bem que tu mal sabe o que quer. Tá, eu sei, mais uma resposta... mais uma... mais uma....
Isso! Vai sempre querer saber o depois, mas, não dá pra saber, e isso vai te irritar, vai te afastar pessoas... e, vai saber que não é isso que você quer, mas, como não sabe, querer saber será a escolha...
Não está tudo bem, não, não está, tudo isso porque você está 'normal'. Sim, normal! E não há nehum problema em ser normal, não é? Ah, mas pra você sim, porque escolheu ser ao extremo...
Ok, vamos levantar, lavar essa cara e fazer alguma coisa!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
amanhã.
Hoje a noite eu me sinto feliz.
Hoje a noite me sinto livre, nada mais me prende.
Depois tempestade vem a calmaria, pode esperar o sol também.
A noite não tem sol, na maioria das vezes têm lua - só pra ter um pouco de luz.- ás vezes nem lua tem - é escuridão.
Na cidade, á noite, as luzes das ruas ficam acesas pras pessoas que andam poderem enchergar...
Mas quer saber de uma coisa: com sol, sem sol, com ou sem a lua; posso continuar vendo... uma vez que aprendi que com meus olhos fechados, vejo muito mais. Há controle, os outros sentidos se aguçam...
Com meus olhos cerrados, costumo a sonhar, onde estou na maioria das vezes, LIVRE.
Amanhã é o dia - e eu não tenho mais medo!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
ímpar.
Na escola desde cedo aprendemos a seguinte soma: 1+1= 2. Dois é um número par, e caso, nessa conta, tu não tenha o '+1', tu é ímpar, é sozinho. É número sem soma.
Muitas vezes na vida tu não tem com o que somar.
Você tenta suprir a falta desse algarismo com várias coisas que você não precisa.
Busca a felicidade em coisas fúteis e acha que ser feliz é algo temporário, ao invés de saber que tu não precisa tentar ser feliz, uma vez que a felicidade não se compra e se tu colocasse isso na sua cabeça, seria mais feliz....
Você pode ser a pessoa sozinha que mora sozinho na sua casa, tem tudo e todos, ao mesmo tempo, mas, tá faltando a pessoa que vai perguntar se você está bem no fim do dia. A pessoa que tu vai saber que pode estar bem ao lado dela...
Eu acho que as pessoas não precisam de mais objetos ou mais dinheiro pra comprar a felicidade. Acho que as pessoas precisam uma das outras. Todos poderiam se ajudar. Mas eu quero do que não tem.
Eu sou ímpar, só preciso escrever...
Eu não sei muito o que dizer, mas, toda vez que quero escrever textos assim, eles saem ruim. Eu tenho muito a falar, tenho muito do que penso, deve ser por isso a falta de palavras....
Muitas vezes na vida tu não tem com o que somar.
Você tenta suprir a falta desse algarismo com várias coisas que você não precisa.
Busca a felicidade em coisas fúteis e acha que ser feliz é algo temporário, ao invés de saber que tu não precisa tentar ser feliz, uma vez que a felicidade não se compra e se tu colocasse isso na sua cabeça, seria mais feliz....
Você pode ser a pessoa sozinha que mora sozinho na sua casa, tem tudo e todos, ao mesmo tempo, mas, tá faltando a pessoa que vai perguntar se você está bem no fim do dia. A pessoa que tu vai saber que pode estar bem ao lado dela...
Eu acho que as pessoas não precisam de mais objetos ou mais dinheiro pra comprar a felicidade. Acho que as pessoas precisam uma das outras. Todos poderiam se ajudar. Mas eu quero do que não tem.
Eu sou ímpar, só preciso escrever...
Eu não sei muito o que dizer, mas, toda vez que quero escrever textos assim, eles saem ruim. Eu tenho muito a falar, tenho muito do que penso, deve ser por isso a falta de palavras....
quinta-feira, 20 de maio de 2010
sobre marcas.
Esses dias me peguei olhando nas minhas diversas cicatrizes; marcas, muitas delas vindas de tempos indeterminados. Cicatrizes novas, velhas... A maioria delas, velhas!
Tentei me lembrar de como elas vieram parar ali, no meu corpo, o que estava pensando na hora em que consegui cada uma delas, se eu havia chorado, berrado, ou, se eu nem havia percebido na existência de um machucado. E, continuei pensando, me perguntando os por quês...
-Cicatriz, não é uma coisa que a gente venha a a escolher, mas, então por que a temos?
Cicatrizes não são como tatuagens, que a gente pode escolher como, onde e quando fazer. Tatuagens tem seus significados, talvez, as minhas cicatrizes também.
O tempo passou, deixou a ferida cicatrizar, mas a marca está ali, a prova de que eu vivi. Que passou e não dói mais.
Tentei me lembrar de como elas vieram parar ali, no meu corpo, o que estava pensando na hora em que consegui cada uma delas, se eu havia chorado, berrado, ou, se eu nem havia percebido na existência de um machucado. E, continuei pensando, me perguntando os por quês...
-Cicatriz, não é uma coisa que a gente venha a a escolher, mas, então por que a temos?
Cicatrizes não são como tatuagens, que a gente pode escolher como, onde e quando fazer. Tatuagens tem seus significados, talvez, as minhas cicatrizes também.
O tempo passou, deixou a ferida cicatrizar, mas a marca está ali, a prova de que eu vivi. Que passou e não dói mais.
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
she back, to home
Ela. Ela não estava muito certa do que iria fazer da vida. Não era das pessoas mais bem humoradas quando acordava, muito menos quando ainda não dormira.
A mãe dela sempre a deixou bem livre pra fazer suas escolhas, deu a ela toda a liberdade. A filha em troca, deu a mãe a confiança; ela sabia que podia fazer de tudo, mas nem tudo lhe parecia ser tão certo assim.
Ela já se desfez e fez de suas escolhas. Já disse não as coisas que amaria dizer 'sim' , mas que, por algum motivo, parecia arriscado, ou até mesmo, bom demais...
Ela já sonhou, tentou seguir a estrada deles, mas, não, mais uma fez ela decidiu parar e deixar tudo como estava. Quem sabe, ela não aceite tão bem assim as mudanças. Os impactos das mudanças.
Ela sempre perdia algo, que gostava muito, mas depois esquecia. Ás vezes, encontrava novamente, mas, não tinha o mesmo valor que tivera antes. Menor ou maior. Acontece é que nada continua igual...
Ela teve que largar o seu lugar favorito, onde crescera desde sempre, deixou o avô, a tia, o tio... mais do que isso, aquela infância e espaço que só teria naquele lugar... ela sabe.
Muitas vezes, ao longo de sua vida, sabia sim que iria mudar, mas não sabia o que isso certamente significava. Hoje ela tem vontade, tem medo. Ela queria apenas seu sonho de volta!
Ás vezes, a menina fecha os olhos, levanta a cabeça, como quem olha para cima, e tenta decifrar cada particula de cheiro. Em instantes, tudo volta a tona, sente seu cheiro, cor, sabor e tom preferidos... os risos, os vestidos... o vento, o campo...
Eu tenho saudade, muita saudade. Não é uma saudade que deixa as pessoas trites, sim, felizes por terem vivido tudo aquilo.
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
Ninguém mais...
Poderia fazer a menina mudar seu jeito indecifrável de ser. Ninguém, pelo menos depois de já terem tentado muda-la por muitas vezes.
-Sim, ela aceitou tudo. De cabeça erguida, mas no fundo ela sabia que o que ela tinha por dentro jamais poderia ser mudado. Não, não podia.
Ela já tentou se encontrar em todos os cantos, mas, ela está presente em todos os cantos. Ela é o sim e o não, ao mesmo tempo, ela é o frio, a noite de inverno, ela é o amanhecer com um raiozinho de sol. Ela é o raiozinho de esperança...
Eu sinto saudades dessa menina; ela acreditava que tudo, depois que ela abrisse os olhos, voltaria ao normal, então, ela poderia voltar a suas tarefas.
Ela acreditava nos finais felizes, ela era uma pessoa que não acreditara em qualquer tipo de mentira ou desculpa, ela não tinha ídolos.Não precisava de meia palavra, ou, atenção pra se sentir importante.
Ela era importante porque estava entre as borboletas, entre o campo, as árvores... ela era o vento trazendo os perfumes; era a água que caia do céu...
Eu sinto saudade dela, mas hoje eu sei que ela não volta mais, eu perdi. Eu a matei e dei espaço a mim. Eu a esmaguei com essa minha afirmação de já ter crescido e que todos os momentos eram inúteis, importava o agora. Eu deixei essa menina lá bem longe, onde eu não posso mais alcançar. Ela está lá no campo, com as borboletas que eu fiz questão de expulsar.
Ela é o vento que me traz as lembranças, ela é a chuva que desfarça minhas lágrimas.
Ela, ela por inteiro nunca existiu, a criei assim.
-Sim, ela aceitou tudo. De cabeça erguida, mas no fundo ela sabia que o que ela tinha por dentro jamais poderia ser mudado. Não, não podia.
Ela já tentou se encontrar em todos os cantos, mas, ela está presente em todos os cantos. Ela é o sim e o não, ao mesmo tempo, ela é o frio, a noite de inverno, ela é o amanhecer com um raiozinho de sol. Ela é o raiozinho de esperança...
Eu sinto saudades dessa menina; ela acreditava que tudo, depois que ela abrisse os olhos, voltaria ao normal, então, ela poderia voltar a suas tarefas.
Ela acreditava nos finais felizes, ela era uma pessoa que não acreditara em qualquer tipo de mentira ou desculpa, ela não tinha ídolos.Não precisava de meia palavra, ou, atenção pra se sentir importante.
Ela era importante porque estava entre as borboletas, entre o campo, as árvores... ela era o vento trazendo os perfumes; era a água que caia do céu...
Eu sinto saudade dela, mas hoje eu sei que ela não volta mais, eu perdi. Eu a matei e dei espaço a mim. Eu a esmaguei com essa minha afirmação de já ter crescido e que todos os momentos eram inúteis, importava o agora. Eu deixei essa menina lá bem longe, onde eu não posso mais alcançar. Ela está lá no campo, com as borboletas que eu fiz questão de expulsar.
Ela é o vento que me traz as lembranças, ela é a chuva que desfarça minhas lágrimas.
Ela, ela por inteiro nunca existiu, a criei assim.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
the name.
Tecnicamente tudo o que eu escrevo aqui é pra quem não me vê; e, já que ninguém vai me ver, posso escrever o que eu quiser, sem censura - porque sei que a minha cara não vai queimar quando alguém me vier dando aquele olhar, como se eu fosse uma criminosa, uma assassina, uma traidora...
Eu conto o que eu quiser contar -e não vou dizer que é mentira, que eu inventei só por inventar! É MENTIRA! Cada pouquinho aqui, tem minhas verdades, as coisas que martelam a minha cabeça!
Hoje, exatamente agora, examente nesse mês de março, estou um pouco triste, nostálgica talvez. As lembranças fazem de mim assim, desse jeito. É fácil falar pra esquecer, pra pensar que as pessoas quando morrem vão pra um lugar melhor... que o sofrimento acabou. Não, não dá pra esquecer.
Admito que me sinto totalmente fora do direito de estar sentindo tudo isso, mas as datas não me deixam esquecer...
A cada dia, uma menina, tentava se reerguer, ela perdera tudo... mas, sabe que ela se acostumou com aquela vida onde nada importava. Não importava mais a roupa que ela vestia, os sapatos que calçava, o cabelo dessarrumado, a falta de cor... Nada!
-Não que a vida dela fosse sem graça, que ela fosse uma esquisitona, não! Ela não era... e naquele fundo do poço ela encontrou um pouco de felicidade, nas memórias, nas lembranças, nos sons de risadas que ela dava, no que ela pode alcançar um dia... - lembranças de um tempo colorido, claro...
Sim, ela encontrou a felicidade na escuridão! Não, não pensem que isso era bom. Ela tinha apenas as lembranças de um tempo feliz, apenas, nada mais. Ela, em si, não era mais, apenas os pensamentos eram assim, felizes, ela não. Ela tinha o mesmo olhar distante e triste, mesmo quando o sol batia nos seus cabelos claros, não dava ninguém a impressão de calor, nem cor...
Quando foi que tudo se perdeu?
A menina não sabe, só sabe que perdeu e pronto. Perdeu e não tem mais como encontrar, talvez até ela tenha se perdido em si, não sei, mas ela não sabe o que dizer...
Não sei, não sei... Eu não sei, ela não sabe me contar!
E, fim de história. Sim, ela passou por tudo isso, hoje ela tem dias ensolarados, sem contar que aquela fase durou bem pouquinho, mas da escuridão a gente não esquece, ela sorriu milhões de vezes, teve muitas pessoas ao seu redor, ela voltou a ser ela. Só que hoje, eu sou um pouquinho dela, e vou contar essa história de novo porque as coisas voltam, por mais que haja superação. Hoje é o dia decadência, amanhã eu volto ao normal, mas já é pra quem não me vê, deixa eu contar, deixa eu escrever. 'Eu vou dizer que estou bem' só pra deixarem em paz, pra eu evitar dar demasiadas explicações...
Deixa eu contar mentiras!...
Eu conto o que eu quiser contar -e não vou dizer que é mentira, que eu inventei só por inventar! É MENTIRA! Cada pouquinho aqui, tem minhas verdades, as coisas que martelam a minha cabeça!
Hoje, exatamente agora, examente nesse mês de março, estou um pouco triste, nostálgica talvez. As lembranças fazem de mim assim, desse jeito. É fácil falar pra esquecer, pra pensar que as pessoas quando morrem vão pra um lugar melhor... que o sofrimento acabou. Não, não dá pra esquecer.
Admito que me sinto totalmente fora do direito de estar sentindo tudo isso, mas as datas não me deixam esquecer...
A cada dia, uma menina, tentava se reerguer, ela perdera tudo... mas, sabe que ela se acostumou com aquela vida onde nada importava. Não importava mais a roupa que ela vestia, os sapatos que calçava, o cabelo dessarrumado, a falta de cor... Nada!
-Não que a vida dela fosse sem graça, que ela fosse uma esquisitona, não! Ela não era... e naquele fundo do poço ela encontrou um pouco de felicidade, nas memórias, nas lembranças, nos sons de risadas que ela dava, no que ela pode alcançar um dia... - lembranças de um tempo colorido, claro...
Sim, ela encontrou a felicidade na escuridão! Não, não pensem que isso era bom. Ela tinha apenas as lembranças de um tempo feliz, apenas, nada mais. Ela, em si, não era mais, apenas os pensamentos eram assim, felizes, ela não. Ela tinha o mesmo olhar distante e triste, mesmo quando o sol batia nos seus cabelos claros, não dava ninguém a impressão de calor, nem cor...
Quando foi que tudo se perdeu?
A menina não sabe, só sabe que perdeu e pronto. Perdeu e não tem mais como encontrar, talvez até ela tenha se perdido em si, não sei, mas ela não sabe o que dizer...
Não sei, não sei... Eu não sei, ela não sabe me contar!
E, fim de história. Sim, ela passou por tudo isso, hoje ela tem dias ensolarados, sem contar que aquela fase durou bem pouquinho, mas da escuridão a gente não esquece, ela sorriu milhões de vezes, teve muitas pessoas ao seu redor, ela voltou a ser ela. Só que hoje, eu sou um pouquinho dela, e vou contar essa história de novo porque as coisas voltam, por mais que haja superação. Hoje é o dia decadência, amanhã eu volto ao normal, mas já é pra quem não me vê, deixa eu contar, deixa eu escrever. 'Eu vou dizer que estou bem' só pra deixarem em paz, pra eu evitar dar demasiadas explicações...
Deixa eu contar mentiras!...
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quarta-feira, 5 de maio de 2010
Tell lies!
Ela não sabe esperar, mas até que esperou bastante, com muita calma, da melhor forma possível. Ela não viu o tempo passar, deve ser por isso que esperar se tornou uma constante em sua vida; que as datas nas fotos são a única prova de que o tempo passou – e ela mudou.
Ela fala sobre marcas, cicatrizes que estão nesses seus tão longos 16 anos de idade. Fala sobre o que fez e desfez, mas também do que fez e abandonou.
Dos seus sentimentos, não tem culpa. Mas, como de costume, ela gosta por muito tempo, mas depois abandona o sentimento e depois pega de volta. Aí que ela se sofre. Sentimentos...
Sim, ela tem medo de se arriscar, sobre relacionamentos ela sabe tão bem, porque já sabe cada etapa, cada palavra... Não que ela tenha vivenciado algum, mas junta o que todos contam, a cada cena vista... Quanto... Desperdício?
Ela também não acredita que meros beijos marquem alguma coisa. E nem sempre quando tu gosta mesmo, tu precisa dar um beijo pra provar isso!
-Quem foi quem fez isso com ela?
Não, eu não sei, mas ela sempre vai ter a impressão de que ainda não acabou; os sentimentos não foram selados com beijos. Das palavras, ela sempre vai querer mais...
Ela sempre vai querer saber o que acontece quando as cortinas se fecham...
Aquela impressão de que vai haver mais um pouquinho daquilo que ela provou!
-E admiro essa menina! – Ás vezes claro, rs .
Ela fala sobre marcas, cicatrizes que estão nesses seus tão longos 16 anos de idade. Fala sobre o que fez e desfez, mas também do que fez e abandonou.
Dos seus sentimentos, não tem culpa. Mas, como de costume, ela gosta por muito tempo, mas depois abandona o sentimento e depois pega de volta. Aí que ela se sofre. Sentimentos...
Sim, ela tem medo de se arriscar, sobre relacionamentos ela sabe tão bem, porque já sabe cada etapa, cada palavra... Não que ela tenha vivenciado algum, mas junta o que todos contam, a cada cena vista... Quanto... Desperdício?
Ela também não acredita que meros beijos marquem alguma coisa. E nem sempre quando tu gosta mesmo, tu precisa dar um beijo pra provar isso!
-Quem foi quem fez isso com ela?
Não, eu não sei, mas ela sempre vai ter a impressão de que ainda não acabou; os sentimentos não foram selados com beijos. Das palavras, ela sempre vai querer mais...
Ela sempre vai querer saber o que acontece quando as cortinas se fecham...
Aquela impressão de que vai haver mais um pouquinho daquilo que ela provou!
-E admiro essa menina! – Ás vezes claro, rs .
terça-feira, 4 de maio de 2010
Sobre a sorte (lucky)
"Saudade não é olhar pro lado e dizer "se foi". É olhar pro lado e perguntar "cadê"..."
Sempre que eu leio esse texto me lembro de você. Pode ter qualquer explicação pra isso... Mas, eu prefiro explicar do meu jeito. É que eu sei, que mesmo que o único sentimento que exista entre nós, seja a saudade, você nunca "vai" realmente... Você faz parte de mim. É uma parte essencial, sabe? É como a razão e a emoção. Tão diferentes e tão ligadas! Você é a razão, claro...
E sendo uma parte de mim, eu sempre vou te procurar, sempre vou perguntar "cadê". Muitas vezes, não vou te encontrar, não ao alcance das mãos, do braço. Mas cada lembrança, vai te trazer aqui, né?
A gente, foge dela!
Sempre que eu leio esse texto me lembro de você. Pode ter qualquer explicação pra isso... Mas, eu prefiro explicar do meu jeito. É que eu sei, que mesmo que o único sentimento que exista entre nós, seja a saudade, você nunca "vai" realmente... Você faz parte de mim. É uma parte essencial, sabe? É como a razão e a emoção. Tão diferentes e tão ligadas! Você é a razão, claro...
E sendo uma parte de mim, eu sempre vou te procurar, sempre vou perguntar "cadê". Muitas vezes, não vou te encontrar, não ao alcance das mãos, do braço. Mas cada lembrança, vai te trazer aqui, né?
E, sobre a saudade...
A gente, foge dela!
Bárbara Andissa Pereira Bastos, minha amiga.
Sobre a saudade, eu sei, me canso dela, está em todo o canto....Já a sorte...está naquele pedacinho de palpel, naquele restinho de riso, naquelas cumplicidades... naquelas tantas coisas que só a gente sabe.
Hoje eu quero falar dela; Bá, resume muita coisa, nem sei mais como explicar.
Obrigada!
quinta-feira, 25 de março de 2010
Medo.
Eu tenho medo de tentar, de seguir, de parar.
Eu não sei falar de amor, de traição, de saudade, de música, do carinha que passa e fica olhando...
Eu não sei falar dos mil trabalhos que eu tenho que fazer, dos sorrisos que tenho que dar, da roupa que tu vai vestir...
Hoje, eu não sei falar de nada. Aquela palavra tomou conta aqui e fugiu com tudo. Tudo mesmo.Caso contrário, tudo o que eu sei falar, estaria aqui e agora.
-O medo paralisa as pessoas. - Li isso um dia.
Hoje, eu vou passar pelo meu medo, ser o que sempre fui e pronto! Tudo o que eu não consigo agora falar, está em mim, em cada parte de mim. Eu posso ser melhor a cada dia, mesmo parecendo ser igual. Eu posso sorrir quando o meu mundo desabou e soltar um "está tudo bem". É eu rio quando quero chorar; mas rio quando quero rir.
Hoje eu não fiz o meu melhor.
O blog é um estranho pra mim, meu fotolog é mais meu amigo!
http://www.fotolog.com.br/insane_18
Eu não sei falar de amor, de traição, de saudade, de música, do carinha que passa e fica olhando...
Eu não sei falar dos mil trabalhos que eu tenho que fazer, dos sorrisos que tenho que dar, da roupa que tu vai vestir...
Hoje, eu não sei falar de nada. Aquela palavra tomou conta aqui e fugiu com tudo. Tudo mesmo.Caso contrário, tudo o que eu sei falar, estaria aqui e agora.
-O medo paralisa as pessoas. - Li isso um dia.
Hoje, eu vou passar pelo meu medo, ser o que sempre fui e pronto! Tudo o que eu não consigo agora falar, está em mim, em cada parte de mim. Eu posso ser melhor a cada dia, mesmo parecendo ser igual. Eu posso sorrir quando o meu mundo desabou e soltar um "está tudo bem". É eu rio quando quero chorar; mas rio quando quero rir.
Hoje eu não fiz o meu melhor.
O blog é um estranho pra mim, meu fotolog é mais meu amigo!
http://www.fotolog.com.br/insane_18
segunda-feira, 22 de março de 2010
um mais um é igual a?
Eu sou a pessoa mais inadequada para se falar de um relacionamento. Não sou boa em relacionamentos; até porque eu não deixo pessoas entrarem na minha vida.
É bom tu ser amada, e amar também. É bom você sorrir esorrir, de volta. Parece ser bom tu ter uma família, com duas ou três crianças lindas e comportadas. Um marido que te respeite...
Eu não sei! Isso pode ser TÃO irreal, pode ser tão infeliz, até mesmo trágico. Não é toda vida que vai se parecer como as do comercial de Margarina. A sua vida não é igual a da TV; pode até ter lá ou outra semelhança... Mas, não, não é assim. O autor da obra, sabe de certa forma o enredo. Pode decidir o fim, pode sugerir uma continuação....
E quando as luzes se apagam?
Você vai ficar lá, sonhando?
A felicidade existe, mas a dúvida, também!
É bom tu ser amada, e amar também. É bom você sorrir esorrir, de volta. Parece ser bom tu ter uma família, com duas ou três crianças lindas e comportadas. Um marido que te respeite...
Eu não sei! Isso pode ser TÃO irreal, pode ser tão infeliz, até mesmo trágico. Não é toda vida que vai se parecer como as do comercial de Margarina. A sua vida não é igual a da TV; pode até ter lá ou outra semelhança... Mas, não, não é assim. O autor da obra, sabe de certa forma o enredo. Pode decidir o fim, pode sugerir uma continuação....
E quando as luzes se apagam?
Você vai ficar lá, sonhando?
A felicidade existe, mas a dúvida, também!
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Monday
Pessoas que apenas contam coisas negativas, tristes, depressivas, tornam- se insuportáveis. Justamente quando você está de bem com a vida, tipo, FELIZ!
'Tava pensando em muitas coisas que escrevi, ao longo desse -quase- um ano, e, bom, eu sou uma delas!'
É como se essa pessoa, como um imã, puxasse toda a sua alegria, e no seu nível de felicidade, estivesse -1, sendo que ele estava +21(num marcador sem limite). Só batia o recorde quem alcançasse o máximo de si mesmo. Mas voltando...
Era sol, numa linda segunda-feira ensolarada, a cidade meio vazia, devido a um idiota Carnaval, onde as pessoas pulavam, brigavam, sexo era coisa livre. AIDS circulando... - e posso dizer, tantas outras coisas ruins a mais. Uma época onde o 14 de feveiro, não poderia ser o 'Valentine's Day", pois, o amor, nessa época não vale nada. O que vale é bebida, drogas, sexo... E a menina, nõa gostava desse feriado, mas, estava tremendamente feliz, não sei era essa a palavra certa, algo do gênero. Um surto de estar de bem consigo mesma, com as respostas que ela não tinha, com as perguntas que ela fazia. Naquele dia, o que a preocupava nos demais dias, não tinha importância. Mas... aliás, sempre há uma "mas...", -que impede de tudo dar certo- veio aquela pessoa imã, puxou a alegria dela, aos poucos, e de repente, no dia seguinte, ela desabou em lágrimas que chegarm a borrar a folha de canções, de belas canções...
Ah, mais um conto, de um fato vivido. Até hoje não sabem os porquês. E, amanhã a gente sabe que tudo o mais vai incomodar a menina. A segunda-feira? Não, como aquelas é impossivel ter outra igual. A enorme felicidade? Dizem que...
Bom, ela tem perguntas demais, e os problemas, são os mesmos.
'Tava pensando em muitas coisas que escrevi, ao longo desse -quase- um ano, e, bom, eu sou uma delas!'
É como se essa pessoa, como um imã, puxasse toda a sua alegria, e no seu nível de felicidade, estivesse -1, sendo que ele estava +21(num marcador sem limite). Só batia o recorde quem alcançasse o máximo de si mesmo. Mas voltando...
Era sol, numa linda segunda-feira ensolarada, a cidade meio vazia, devido a um idiota Carnaval, onde as pessoas pulavam, brigavam, sexo era coisa livre. AIDS circulando... - e posso dizer, tantas outras coisas ruins a mais. Uma época onde o 14 de feveiro, não poderia ser o 'Valentine's Day", pois, o amor, nessa época não vale nada. O que vale é bebida, drogas, sexo... E a menina, nõa gostava desse feriado, mas, estava tremendamente feliz, não sei era essa a palavra certa, algo do gênero. Um surto de estar de bem consigo mesma, com as respostas que ela não tinha, com as perguntas que ela fazia. Naquele dia, o que a preocupava nos demais dias, não tinha importância. Mas... aliás, sempre há uma "mas...", -que impede de tudo dar certo- veio aquela pessoa imã, puxou a alegria dela, aos poucos, e de repente, no dia seguinte, ela desabou em lágrimas que chegarm a borrar a folha de canções, de belas canções...
Ah, mais um conto, de um fato vivido. Até hoje não sabem os porquês. E, amanhã a gente sabe que tudo o mais vai incomodar a menina. A segunda-feira? Não, como aquelas é impossivel ter outra igual. A enorme felicidade? Dizem que...
Bom, ela tem perguntas demais, e os problemas, são os mesmos.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
BOM DIA!
Bom dia, hoje não tinha como eu NÃO postar aqui hoje. Esse sol de verão, veio bater na minha janela, me impedindo de dormir mais umas horinhas. Se existem mensagens diárias, posso dizer que é CARPE DIEM!. Pra aproveitar a vida, os momentos, porque o tempo passa por entre nós e nem percebemos!
Me disseram pra eu não contar os caminhos difíceis que me levaram rumo a essa felicidade, numa segunda feira, dia da semana que comumente é chato!. Acho que hoje é feriado, ou não?
Essa é a minha última segunda, depois as outras, serão de aulas e mais aulas, e claro trabalho. Não sei quem foi, mas AGRADEÇO a pessoa que me ensinou essa frase, esse sentido, filosofia...
Passei por caminhos tão complicados... a minha segunda, do dia 08 Fevereiro, foi extremamente difícil, pesada...
Acho que a felicidade não está no Carnaval, pelo menos a minha não. Muito menos no Natal, ou, até mesmo o dia do meu aniversário. Não tem dia certo, muito menos hora. Ela vem, ás vezes fica, ás vezes não.
Que sejamos intensos, nos momentos de felicidade. Contagie...
É isso, hoje estou superpositiva!
Um amigo distante meu, disse que fevereiro prometia... Talvez sim, talvez não. E cadê o meu amigo agora?
Me disseram pra eu não contar os caminhos difíceis que me levaram rumo a essa felicidade, numa segunda feira, dia da semana que comumente é chato!. Acho que hoje é feriado, ou não?
Essa é a minha última segunda, depois as outras, serão de aulas e mais aulas, e claro trabalho. Não sei quem foi, mas AGRADEÇO a pessoa que me ensinou essa frase, esse sentido, filosofia...
Passei por caminhos tão complicados... a minha segunda, do dia 08 Fevereiro, foi extremamente difícil, pesada...
Acho que a felicidade não está no Carnaval, pelo menos a minha não. Muito menos no Natal, ou, até mesmo o dia do meu aniversário. Não tem dia certo, muito menos hora. Ela vem, ás vezes fica, ás vezes não.
Que sejamos intensos, nos momentos de felicidade. Contagie...
É isso, hoje estou superpositiva!
Um amigo distante meu, disse que fevereiro prometia... Talvez sim, talvez não. E cadê o meu amigo agora?
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
sobre o fim.
Quando fiz o meu primeiro pot aqui, o título foi "O início". Tá, foi o início mesmo, mas e o fim?
Tem coisas que a gente abandona, depois pega de volta, certo?
Mas, tem pessoas que pensam que as outras pessoas, são como um brinquedo de uma criança insatisfeita que simplesmente por querer outro, deixou de lado. Não, a vida, não é assim. Não é porque outra criança quer o brinquedo abandonado que você tem que o querer de volta.
Mas é assim, é sensação de perda que te faz querer novamente.
Tem coisas que a gente abandona, depois pega de volta, certo?
Mas, tem pessoas que pensam que as outras pessoas, são como um brinquedo de uma criança insatisfeita que simplesmente por querer outro, deixou de lado. Não, a vida, não é assim. Não é porque outra criança quer o brinquedo abandonado que você tem que o querer de volta.
Mas é assim, é sensação de perda que te faz querer novamente.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Menina
De início, sempre fui a "menina do papai", não era muito a minha mãe. Acreditava em super-heróis, que no caso era sempre meu pai; acreditava em fadas; amava vestidos, era uma menina delicada, decidida e forte. Eu só queria pegar a borboleta mais bonita....
Ao longo dos anos que se passaram, a presença de um herói em minha vida foi se apagando, a cada tombo, a cada lágrima, a cada descoberta. A cada realidade.
Uma coisa que não mudou tanto, é que sempre fui intocável, nunca passei da menina que queria uma borboleta, a menina frágil...
Intocável porque não estava aqui - em solos firmes-, estava lá, nas nuvens.
O que eu passei, muita gente não passou. Posso até dizer que é bem fácil me julgar, falar que eu não "sofri"- porque eu sofri, não tiro a minha razão. Eu guardo muita coisa ruim pra mim, muitos acontecimentos ruin e traumatizantes pra mim. Apenas pra mim. Eu penso que, isso foi o pior. Eu não deveria ter crescido sozinha.
Quem sou eu agora? Não tem o herói, nessa cidade não vejo borboletas -apenas maripousas, não tem campo, não tem vestido de boneca, não tem ar puro, e, tão poucas vezes, a verdade.
Sabe o que eu queria? Uma boa dose de verdade, aqueles tempos passados, queria mais contos, mais sonhos.... eu queria a minha borboleta, junto com a minha girafa, queria aquela grama verde, o vento do mês do outono, queria saltar e pensar que estou voando....
Em tempos atrás, eu já voei, fui quem eu queria ser.
Aqui é um lugar frio, meus sonhos me ferem, na verdade eu não acredito.
Já me perguntaram quem sou eu, digo que....
aliás, nem tudo se pode responder. Sou uma pessoa nas entrelinhas....
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Cartas.
Ás vezes, só acho que estou pirando de vez.
Cansada, mas mesmo assim ainda tento.
A Alice, ou o Pequeno Príncepe?
O gato só deixa mais dúvidas, ele ama a rosa, ou a rosa que o ama?
Cansada, mas mesmo assim ainda tento.
A Alice, ou o Pequeno Príncepe?
O gato só deixa mais dúvidas, ele ama a rosa, ou a rosa que o ama?
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Rótulos
Os rótulos que sempre me apareceram, só tiveram um único fim. O lixo!
Faço isso até hoje, de inicio eles são bonitos e tal, mas acontece é que um dia esse rótulo perde a graça, a cor...
Certo dia ele não mais se enquadra ao novo tipo de rótulo que surgiu...
E daí? Bom, estava pensando....E agora? Como é que eu poderia identificar tal coisa sem o rótulo, como poderia colocá-lo no lugar onde ele se encaixa?... Haha, é aí que as coisas rotuladas ficam sem destino algum pra ir, pra se encaixar. Particularmente, eu gosto disso, pois pra mim, quem tem que ter rótulo, são produtos para que eles possam ser identificados, devido a sua marca, finalidade (e sei lá mais o que... ), não pessoas, uma vez que não são produtos; uma vez que não precisam se encaixar, uma vez que não estão a venda, e, se esse rótulo traz isso, está tudo errado. Ninguém precisa ser rotulado para ser aceito, ninguém, precisa de um rótulo -que faz parte de mais uma crise, um surto de modinha imposta.
Até onde vai parar essa coisa de querer e procurar um rótulo -apenas pra ser considerado como DIFERENTE?
Até onde irão as coisas, não sei, mas outra coisa digo; na busca de sermos diferentes, nos tornamos todos iguais. Tá aí, vejam os grupinhos iguais!!!
Depois tem gente ainda que vem me dizer que é diferente, rs, mas não é. Quem não está buscando isso, realmente posso dizer que é diferente!
Eu não busco nada, só sigo o meu caminho, onde talvez as setas apontem a direção.... mas realmente não importa!
Faço isso até hoje, de inicio eles são bonitos e tal, mas acontece é que um dia esse rótulo perde a graça, a cor...
Certo dia ele não mais se enquadra ao novo tipo de rótulo que surgiu...
E daí? Bom, estava pensando....E agora? Como é que eu poderia identificar tal coisa sem o rótulo, como poderia colocá-lo no lugar onde ele se encaixa?... Haha, é aí que as coisas rotuladas ficam sem destino algum pra ir, pra se encaixar. Particularmente, eu gosto disso, pois pra mim, quem tem que ter rótulo, são produtos para que eles possam ser identificados, devido a sua marca, finalidade (e sei lá mais o que... ), não pessoas, uma vez que não são produtos; uma vez que não precisam se encaixar, uma vez que não estão a venda, e, se esse rótulo traz isso, está tudo errado. Ninguém precisa ser rotulado para ser aceito, ninguém, precisa de um rótulo -que faz parte de mais uma crise, um surto de modinha imposta.
Até onde vai parar essa coisa de querer e procurar um rótulo -apenas pra ser considerado como DIFERENTE?
Até onde irão as coisas, não sei, mas outra coisa digo; na busca de sermos diferentes, nos tornamos todos iguais. Tá aí, vejam os grupinhos iguais!!!
Depois tem gente ainda que vem me dizer que é diferente, rs, mas não é. Quem não está buscando isso, realmente posso dizer que é diferente!
Eu não busco nada, só sigo o meu caminho, onde talvez as setas apontem a direção.... mas realmente não importa!
Rótu
Os rótulos que sempre me apareceram, só tiveram um único fim. O lixo!
Faço isso até hoje, de inicio eles são bonitos e tal, mas acontece é que um dia esse rótulo perde a graça, a cor...
Certo dia ele não mais se enquadra ao novo tipo de rótulo que surgiu...
E daí? Bom, estava pensando....E agora? Como é que eu poderia identificar tal coisa sem o rótulo, como poderia colocá-lo no lugar onde ele se encaixa?... Haha, é aí que as coisas rotuladas ficam sem destino algum pra ir, pra se encaixar. Particularmente, eu gosto disso, pois pra mim, quem tem que ter rótulo, são produtos para que eles possam ser identificados, devido a sua marca, finalidade (e sei lá mais o que... ), não pessoas, uma vez que não são produtos; uma vez que não precisam se encaixar, uma vez que não estão a venda, e, se esse rótulo traz isso, está tudo errado. Ninguém precisa ser rotulado para ser aceito, ninguém, precisa de um rótulo -que faz parte de mais uma crise, um surto de modinha imposta.
Até onde vai parar essa coisa de querer e procurar um rótulo -apenas pra ser considerado como DIFERENTE?
Até onde irão as coisas, não sei, mas outra coisa digo; na busca de sermos diferentes, nos tornamos todos iguais. Tá aí, vejam os grupinhos iguais!!!
Depois tem gente ainda que vem me dizer que é diferente, rs, mas não é. Quem não está buscando isso, realmente posso dizer que é diferente!
Eu não busco nada, só sigo o meu caminho, onde talvez as setas apontem a direção.... mas realmente não importa!
Faço isso até hoje, de inicio eles são bonitos e tal, mas acontece é que um dia esse rótulo perde a graça, a cor...
Certo dia ele não mais se enquadra ao novo tipo de rótulo que surgiu...
E daí? Bom, estava pensando....E agora? Como é que eu poderia identificar tal coisa sem o rótulo, como poderia colocá-lo no lugar onde ele se encaixa?... Haha, é aí que as coisas rotuladas ficam sem destino algum pra ir, pra se encaixar. Particularmente, eu gosto disso, pois pra mim, quem tem que ter rótulo, são produtos para que eles possam ser identificados, devido a sua marca, finalidade (e sei lá mais o que... ), não pessoas, uma vez que não são produtos; uma vez que não precisam se encaixar, uma vez que não estão a venda, e, se esse rótulo traz isso, está tudo errado. Ninguém precisa ser rotulado para ser aceito, ninguém, precisa de um rótulo -que faz parte de mais uma crise, um surto de modinha imposta.
Até onde vai parar essa coisa de querer e procurar um rótulo -apenas pra ser considerado como DIFERENTE?
Até onde irão as coisas, não sei, mas outra coisa digo; na busca de sermos diferentes, nos tornamos todos iguais. Tá aí, vejam os grupinhos iguais!!!
Depois tem gente ainda que vem me dizer que é diferente, rs, mas não é. Quem não está buscando isso, realmente posso dizer que é diferente!
Eu não busco nada, só sigo o meu caminho, onde talvez as setas apontem a direção.... mas realmente não importa!
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