Não sei o que falam de mim, aliás, se falam de mim, é que apenas não estou tendo boas impressões sobre isso. Talvez seja insegurança, não sei, mas também não há problema nenhum da minha parte em assumir isso.
Com mais intensidade, digo também, com um pouco mais de realidade, percebo ou até mesmo aprendo que, não importa onde você vá, com quem esteja, você tem que ser você mesmo. Não importa. Já cansei de dizer isso a mim mesma, mas, o meu cérebro não me ouve e então me comporto de uma outra maneira, pareço qualquer pessoa, menos eu. Isso não me agrada, não me sinto bem, me sinto observada, insegura... com vontade de fugir, mas ás vezes as portas estão fechadas, mas, quer saber, eu não fugiria nem se estivessem abertas. Perdi a coragem, quem fala por mim é o medo - e isso me assusta. Mas, ainda bem que assumir isso, não me assusta, caso contrário me assustaria. Estou assustada, com medo, pior ou igual a uma criança.
Eu não sei da minha vida, mau sei a minha cor favorita, ou até mesmo a minha música, seriado, filme, roupa, não sei. Pouca coisa me conforta, desde as minha roupas á minha cama e o meu travesseiro. Meus sapatos cansam mais meus pés, travesseiro lesa minha coluna - e nada disso é bom.
Já é bem noite, amanhã eu trabalho, preciso de alguma coisa -que não sei o quê- , já estive nessa situação antes, de não saber. E não me importo se pensarem que sou louca, porque só estou escrevendo o que eu penso.
Não bebo não fumo, não uso drogas... sou uma menina do bem, e é isso.
Boa noite,
Cansei de vocês, cansei de tudo, não precisem de mim, que não precisarei mais de vocês. Preciso ser cuidada e não cuidar de alguém, quero que olhem por mim, e não que eu tenha que olhar pelos outros. Quero muito me achar, me encontrar, achar saída. Se o nome disso é desespero, já não sei. Escrever não que me faça bem , mas é preciso. Não me julguem, porque já não julgo ninguém. Não sou perfeita, nem santa; sou quieta, me respeito, tenho muitos defeitos...
Não vou pedir pra me entenderem, sendo que nem eu mesma me entendo!
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